9 de junho de 2011

REMOVENDO O VÉU

Nascemos Seres Humanos Perfeitos… bebês de pura Luz e Amor.
Ao longo dos anos, nos cobrimos com camadas de Véus que nos
impedem de ver além do óbvio e principalmente enxergar a nós mesmos.

Isso acontece através de traumas, medos, questões culturais ou religiosas, apegos, stress …enfim… “sujeirinhas” que se acumulam em torno de nosso campo energético e espiritual, bloqueando a conexão original com toda energia criativa Universal.

As camadas vão ficando cada vez mais espessas, até que a Luz não penetra mais. Ficamos cegos, vivendo o dia a dia mecanicamente, sem consciência e conexão com a Verdade, com a Criação e o Amor perante aos outros e a nós mesmos.

O mundo fica medíocre, vivemos atrás dos nossos medos e traumas usando máscaras e sendo infelizes.

O mais irônico é que quanto mais cegos estamos, mais julgamos o exterior. Apontar o dedo para os defeitos de nossos companheiros e amigos; reclamar do stress do trabalho todos os dias e não tomar nenhuma providência; brigar com a vizinha pois ela não concorda com você sobre qual participante do BBB deve sair da casa; ter convicção que você sempre está certo, e elevar seu ego perante aos outros; se afogar nos vícios diversos; viver do passado e do futuro e esquecer que o único momento em que você realmente pode ser feliz é o Agora. São práticas comuns na vida de muitas pessoas.


Vou contar uma história que ouvi de uma Mestra Espiritual:

“Era uma vez…

Um dona de casa, um certo dia no café da manhã, enquanto come com seu marido, observa pela janela a casa da vizinha e comenta com ele:

- Nossa, essa vizinha é muito porca. Olha só os lençóis que ela está pendurando no varal, estão sujos! Ela não sabe lavar? Que absurdo! Como ela pode colocar lençóis sujos para secar?

O marido observa e segue calado.

Na manhã seguinte, os dois estão tomando café da manhã e a esposa indignada observa a vizinha estendendo lençóis sujos e encardidos novamente no varal. E diz para o marido:

- Mas será possível?! Como essa vizinha está fazendo isso? Ela continua pendurando lençóis sujos no varal ! Eu vou lá ensinar essa mulher a lavar roupa direito.

O marido observa e segue calado.

E em diversas manhãs seguintes, a mesma história se repetia. A mulher falando da vida alheia, julgando a vizinha e não tomando nenhuma atitude, apenas reclamando e se queixando da mesma.

Um belo dia, a mulher chega para arrumar a mesa do café, e para sua surpresa, seu marido já havia preparado tudo!

A mulher ficou muito feliz e se sentou a mesa para comer com o marido. E como não poderia deixar de ser, ela olha pela janela, e para o seu espanto, os lençóis da vizinha estavam estendidos no varal e limpos, muito brancos, pareciam novos! E diz para o marido:

- Olha só, alguém tomou vergonha na cara e aprendeu a lavar direito os lençóis! Finalmente!

O marido diz:

- Na verdade meu amor, os lençóis sempre estiveram alí, brancos e limpos, você é que não conseguia enxergar. Hoje pela manhã, eu limpei a janela da cozinha que estava suja há muito tempo, dando a ilusão de que a sujeira estava do lado de fora, mas na verdade estava bem aqui, do lado de dentro de nossa casa, criando a impressão de que os lençóis da vizinha estavam sujos.”
A cegueira pelo véu, continuará caso você não tome consciência de quem você é, sua relação com o UM e com o mundo, e ter responsabilidade por si mesmo no momento Presente.

Limpar a nossa própria janela é o primeiro passo, pois só assim podemos enxergar claramente o que há dentro de nós, o que precisa ser aprimorado para a Luz voltar a entrar.

Escute o seu coração. Ele sabe a hora de interiorizar-se. A nossa vida fica insuportável, e o coração grita, querendo se desvencilhar das amarras e dessa agonia de não querer enxergar um palmo de distância à nossa frente.

Quando achamos que temos tudo e damos conta que na verdade nada temos. Quando a sensação melancolia perante a sua vida, tristeza e apatia nunca passam. É hora de tirar o Véu e Despertar!

Não fuja mais. Limpe a sujeira interna. Encare seus medos. Desapegue-se. Deixe o passado ir embora, e faça o futuro ser o Agora. Tire o Véu de seus olhos.

Medite: Louvor ao Amor, pela redenção ao UM, a cada momento.

Luz e Amor. – Natalie Wiese

Créditos: http://portalluzesentidos.wordpress.com/2010/10/06/removendo-o-veu-by-natalie-wiese/

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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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