28 de novembro de 2011

O MISTÉRIO DAS SERPENTES VOADORAS

Desde os primórdios um animal tem mexido com a imaginação do homem. Ele não é forte como o urso; não é gigante como um elefante; não é inteligente como um golfinho; não é perspicaz como um gato; nem poderoso como um leão. Considerado um animal repulsivo, muitas vezes asqueroso, causa medo e pavor na maioria das pessoas, como se todas essas sensações estivessem guardadas em nosso corpo. O animal ao qual falo é a serpente, vencedora da natureza e acompanhante da aventura humana na Terra.
Ao escolher esse tema, deparei-me com uma das investigações mais cansativas e complexas que poderia imaginar. Nesta jornada muitas vezes me arrependi de mexer neste verdadeiro “ninho de cobra”, onde se escondem os maiores segredos da humanidade, e as perguntas que me fizeram entrar gratuitamente neste tema foram: Qual será o motivo de tamanho fascínio? Como podem civilizações tão distantes, tão diferentes, em ambientes diferentes, separadas pelo oceano, cultuarem a mesma serpente? Por que dar asas a um animal que não às tem?
Vejam, estas foram as perguntas iniciais! Conforme caminhei muitas outras perguntas foram surgindo, pois a serpente é com certeza a grande guardiã do conhecimento. Ela sempre foi representada assim, e ao estudar o assunto descobri muitos dos segredos que ela guarda, e gostaria de compartilhar com o leitor do blog. Mas lembrem-se: apenas aqueles que têm o conhecimento, e merecimento, podem compreender o que escrevo, pois o que a serpente guarda é por demais venenoso para as almas que não estão preparadas. Este é o grande enigma da serpente.
UM ANIMAL SELVAGEM?

Quando queremos saber algo dos povos antigos, devemos procurar um portal do tempo. Esse portal são os livros, esculturas, desenhos, que foram feitos pelas testemunhas oculares, por aqueles que chamamos de primitivos e homens sem cultura. O meu portal preferido sempre foi Heródoto, talvez seja uma mania, mas muitos historiadores concordariam comigo que é uma ótima mania. Ele é considerado o pai da história, e mesmo escrevendo coisas que as pessoas podem achar absurdas, ele ainda é uma pessoa de muita credibilidade para mim. Quando convém ele é considerado o pai da história, quando não convém apenas um homem que acreditava em qualquer mito que lhe contavam.

Continuando nos estudos da serpente, segundo Heródoto, as serpente aladas (FIG.1) eram animais que existiam na Arábia, e esses animais voavam em bando para o Egito. Heródoto viu com os próprios olhos os ossos destas serpentes, próximo a cidade de Burto. Existiam ossos pequenos, médios e grandes, e os povos da região diziam que a ave Íbis era sagrada no Egito porque comiam essas serpentes, prestando um grande serviço aos egípcios.

Com todo respeito a Heródoto, por mais interessante e confiável que seja a sua descrição, as outras fontes mostram que a serpente alada está bem longe de ser apenas um animal extinto que viveu entre os árabes.

INVASÃO DAS SERPENTES
Em tempos remotos, um fato curioso aconteceu com os primeiro povos que habitaram a península ibérica, local aos quais muitos leitores brasileiros têm a sua genética ligada. Imagine que cobras podem fazer parte do seu DNA, mas não se assuste.
Segunda a visão de Rufo Festo Avieno, escritor de Ora Marítima, um belo portal do mundo antigo, encontramos a seguinte descrição:
“Dizem que Ophiussa é tão larga como a ilha de Pélope na Grécia. Chamou-se-lhe primeiro Oestrymnia, porque habitaram esses lugares e campos os Oestrymnicos; depois, enorme quantidade de serpentes obrigou os seus habitantes a fugir e recebeu novo nome.”

            Vamos nos localizar primeiro: Oestrymnicos é o nome dado aos primeiros habitantes de Portugal, significa povo do extremo ocidente, o território ia da Galiza até o Algarve. Ao ler a primeira vez faz sentido imaginar uma praga de serpentes, na segunda vez ninguém verá sentido na modificação de nome. Uma enorme quantidade de serpente invade e o local recebe um novo nome?
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(FIG. 2)

            De Oestrymnio, o nome foi modificado para Ophiussa (FIG. 2), que em grego quer dizer Terra das Serpentes. Como leitor atento e inteligente, deve ter percebido que os versos de Rufo referem-se a uma invasão, uma conquista, ou seja, uma guerra.

            Segundo alguns estudiosos esta invasão foi executada pelo povo da serpente ou povo do dragão, ligados aos Druidas ou aos egípcios, não se sabe ao certo. O importante é estar atento as serpentes, ao povo serpente, tanto Celtas como Egípcios tiveram a mesma origem, e o mesmo símbolo.


 
SERPENTES DA SABEDORIA

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(FIG.3)
            A cultura Celta tem como personagens principais os famosos sacerdotes Druidas, que também eram chamados de Serpentes da Sabedoria (FIG.3). Os druidas poderiam ser juízes, médicos, filósofos, poetas, professores, porém havia uma classe especial, eram os Druidas-Filid, e a sua função era o contato direto com os deuses. Muitos acreditam que sua verdadeira sabedoria morreu com os próprios druidas, ou foi incorporada pela mitologia cristã (vemos aqui pela primeira vez em todo o texto, a serpente ligada diretamente ao conhecimento).
 
 Entre os Celtas era comum ter nos brasões das famílias imagens de dragões/serpente voadora, assim como no estandarte de seus exércitos. Não é toa que até hoje vemos em toda Europa, brasões familiares, e até de países ligados, a figura do dragão/serpente voadora.
A principal deusa do panteão céltico é Danu e seu povo é Tuatha dé Dannan. Ela é considerada senhora da luz e do fogo, identifico esses termos como conhecimento, tanto que o nome Dan quer dizer conhecimento. É a divindade suprema céltica, e era acessada diretamente pelas Serpentes da Sabedoria. A deusa foi tão importante na Europa que deu origem ao nome do rio Danúbio. Ela é conhecida por outros nomes como Morrígan (gralha da guerra), Blodeuwedd (Dama das Flores, simbolizando a vida) e Brighid (A Mãe, símbolo da fertilidade). Existe um conto céltico sobre o povo Tuatha dé Dannan, que achei interessante para o texto. Essa lenda diz que divindades do povo de Danu invadiram a Irlanda, vindo em nuvens negras de quatro cidades míticas do céu Falias, Gorias, Murias e Finias (existem traduções cristãs diferentes. Chamam deuses de reis, céu de norte e nuvens negras de barcos incendiados). 
           
            Assim como as Serpentes da Sabedoria representavam o máximo da sabedoria céltica, os dragões comprovadamente são a representação das famílias e exércitos. Deixando clara a ligação entre proteção (exército e família) com conhecimento. Os dragões também estavam associados com a força primordial da natureza, o que demonstra que não estamos tratando de simples cobras.
            A impressão final que me resta é que a filosofia das Serpentes da Sabedoria foi incorporada pelo cristianismo, sendo destruída. Como o saber era passado de forma oral (assim como os Incas) fica difícil saber o real sentido de sua mitologia, com certeza muito se perdeu, restando poucas pistas.

A TERRA DOS FARAÓS
            A religião egípcia é tão complicada quanto a Celta, pois os sacerdotes só passavam os seus segredos para outros sacerdotes. Esta é uma das religiões que menos se sabe o verdadeiro sentido de sua filosofia. Tanto que deuses podem ser representados de várias formas conforme o tempo e localização.  Este é o caso de Maat (FIG.5), deusa que será citada logo a seguir.
            A serpente pode estar ligada a diversos sentido. Existe sentido de proteção, uma ligação com submundo e etc. Porém a serpente alada tem um algo mais, um Q de mistério.
Os Faraós levavam em sua testa o símbolo da serpente, que significava sua proteção. Até no Êxodo bíblico há uma luta entre as serpentes de Moisés e do Faraó, deixando claro a símbolo destes Reis. Para mim fica claro uma luta entra Yahwéh e os deuses egípcios representados pela cobra. Qual cobra é mais forte: a egípcia ou a de Yahwéh?
           
            Falemos um pouco de Maat, mulher de Toth. Maat muitas vezes era representada como uma serpente voadora, ou uma mulher com cauda de serpente. Ela representava a verdade e o justo, ou seja, um belo adjetivo para conhecimento pleno. Toth era filho de Rá (deus sol), e o deus dos escribas, segundo os mitos egípcios, este deus ensinou os humanos a escrita, a magia, a sabedoria e outras coisas. Foi o deus que ensinou aos egípcios, e sua mulher é identificada, em alguns casos, com a serpente alada. Neste momento temos um belo casamento entre A Verdade e o Conhecimento.
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(FIG. 6)
            As primeiras representações de Isis e Osíris foram com tronco e cabeça humanos e cauda de serpente. Essas representações remontam os tempos mais antigos dos Egito. É intrigante saber que estes deuses, fundadores da civilização egípcia, foram cultuados na forma de serpente, e no caso de Isis (FIG.6), serpente alada. 
          
            
O Livro dos Mortos, coletânea de hinos, feitiços, mágicas e orações egípcias, têm uma interessante passagem no Capítulo 108:

“Estirada no flanco da montanha dorme a grande serpente, com cento e oitenta pés de comprimento e cinqüenta pés de largura; sua barriga é adornada com sílexes e pedras cintilantes. Agora eu sei o nome da serpente da montanha. Vede, é "a que mora nas chamas”...
“Depois de navegar em silêncio, Rá lança um olhar à serpente e subitamente sua navegação pára, como se o que está escondido em seu barco estivesse de emboscada... Vede-o que mergulha na água e submerge até quarenta pés de profundidade. Ele ataca Set, lançando-lhe seu dardo de aço.”
            Essa descrição perece-me ligada a uma batalha verdadeira. Assim como no caso do dragão, a serpente é ligada as chamas, ficando claro que não se trata de uma serpente animal, e sim de uma representação, um símbolo. Neste momento que novas perguntas aparecem. As serpentes são animais, seres mitológicos ou símbolo? Se for símbolo, a quem pertence? Eles estavam fascinados pela serpente ou por algo que parecia uma serpente?
SERPENTE COMO SÍMBOLO DA SABEDORIA

            Vamos imaginar: você foi até seu médico ou dentista, olhou o cartão e viu um símbolo, são duas serpentes enroladas em um bastão. Muito estranho não?

            Este símbolo não está por acaso nos cartões, e muitas vezes nem os médicos conhecem sua origem. O símbolo apresentado é Sumério, e representava Enki/Ea, um deus muito respeitado por mim, ao qual falaremos várias vezes neste blog. Vejam que é exatamente a representação do DNA (FIG.8). Escolhido por acaso para o símbolo do DNA?

(FIG. 8)

( FIG. 7)
            Nestes símbolos (FIG.7) podemos ver a representação real das serpentes. Elas são o conhecimento. O número oito também são duas serpentes, ou o infinito (FIG.9), que significa razão. O oito é o número Deus, segundo algumas tradições judaicas a cabalísticas.





AS CIVILIZAÇÕES DA SERPENTE ALADA

            Até agora falei de civilizações que utilizaram a serpente alada com parte de sua cultura, porém existem três civilizações, aonde a figura das serpentes aladas vai muito além. A grande serpente veio e fundou estas civilizações, ensinando, reinando e deixando muita saudade nos corações destes povos.
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(FIG. 10)
            Primeiramente falarei do grande dragão, que é conhecido como China. A história chinesa é envolta em grande mistério (assim como sua própria civilização), em minha opinião é um país impenetrável e de fortes raízes culturais e nacionalistas.
            Os chineses dizem que sua civilização foi fundada por Fu Xi ou Fu-Hsi (Taihao, Grande Luminoso e Paoxi), há cinco mil anos. Assim como em outras civilizações sua irmã, também era sua esposa, e tinha o nome Nu Wa ou Nu Kua. A ela é atribuída à criação da humanidade. É atribuído a Fu Xi a invenção da escrita, da caça e pescaria, do sistema de trigramas e hexagramas do Livro das Mutações (I-Ching). A disposição específica dos hexagramas, chamado de Disposição de Fu xi, é idêntica ao sistema de números binários (zeros e uns), introduzida na Europa e que é atualmente utilizado como a base de matemática moderna.
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(FIG.11)
            Fu xi, senhor dos céus, civilizador e sábio, dono de um grande conhecimento. Nu Kua, mãe da China e criadora da humanidade. Apesar destes grandes atributos, sua aparência não agradaria a maioria das pessoas: ambos tinham corpo de serpente, cabeça de homem (isso mesmo) e virtude de sabedoria (FIG.10). Em representações mais recentes, Nu Kua aparece com cabeça de mulher (FIG.11).
             Huangdi, imperador amarelo, considerado o primeiro soberano da China, veio do céu em um dragão. Ele tinha o poder da luz (sabedoria), e podia voar em seu dragão no momento em que bem entendesse, assim como o leitor tem seu carro na garagem. Seu dragão voava pelo céu em impressionante velocidade, o no fim, em sua grande despedida, o grande dragão amarelo o levou embora para céu, do qual nunca mais voltou.

             Falarei de Yu, primeiro imperador da Dinastia Xia e do seu pai Gun. Primeiramente, Yu nasceu da barriga do próprio pai. Após nascer Yu desceu das alturas, e seu pai, Gun, virou um dragão amarelo (ou peixe negro). Ele não podia caminhar de maneira adequada, e seu andar ficou conhecido como “o andar de Xiu”. Este imperador venceu a grande inundação ou dilúvio. É lembrado pelas técnicas de controle de cheias e barragem, e por medir as dimensões do mundo, de norte a sul e de leste a oeste. 
            
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(FIG. 12)
           O dragão chinês, muito venerado na China, é um ser de grande sabedoria, que participou da criação do mundo. É auspicioso e extremamente poderoso. Como na Europa é utilizado em bandeiras nacionais e representa a civilização chinesa. Assim como Nu Kua, o dragões são regentes do tempo.
Atravessando todo o pacífico outra grande civilização amou e venerou a serpente alada. Como na China, a origem destes povos está diretamente ligada a ela. Estou falando dos Maias e dos Astecas, que se localizavam na América central.
            A China está a milhares e milhares de quilômetros da América, e mesmo assim, o mesmo “dragão” aparece.

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(FIG. 13)
            Quetzalcoatl (Asteca) (FIG.12), “serpente emplumada verde”, Kukulcan (Maia) (FIG.13 e 14), “serpente celeste”. São os principais deuses destas civilizações. Eles são os criadores do universo, senhores dele, residiam nas nuvens, ensinaram os humanos, criaram a civilização mesoamericana, a escrita e o calendário. Foram imperadores amados e sua partida deixou saudade. Ao partir prometeram voltar, e os espanhóis se aproveitaram disso na conquista do povo Asteca. Os moradores da região acreditavam que Hernan Cortes, espanhol conquistador, era Quetzalcoatl. 
Quetzalcoatl e Kukulcan eram ligados ao Sol (luz e conhecimento) e a Vênus (estrela da manhã). As marcas da aparição das serpentes aladas estão por todas as partes: em esculturas, desenhos e relatos,demonstrando que esta serpente emplumada ou celeste, era um meio de locomoção, assim como os dragões chineses. O Filho do Sol, Wiracocha (FIG.14), deus principal dos Incas, também teve os mesmo atributos, e uma serpente vem no alto de sua cabeça.

  
Existe uma escultura magnífica da serpente a qual Kukulcan viajava. Em Chichén-Itzá, é mostrada uma cobra, porém dentro de sua cabeça há um rosto bem humano (FIG.15 e FIG.16). Outra figura bastante interessante pode ser encontrada em um templo Asteca (FIG. 17).

Algumas respostas começam aparecer com as evidências que chineses, maias e astecas nos deixaram: a serpente está ligada ao conhecimento e sabedoria divina; está ligada a um poder inimaginável; é um meio de locomoção; é ligação entre o homem e o céu; é o símbolo de deus.

Referência

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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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