5 de dezembro de 2011

QUEM É VOCÊ REALMENTE?

Qualquer pensamento que você teve sobre si mesmo, por mais desinflado ou inflado, não é quem você é. É simplesmente um pensamento. 
A verdade de quem você é, não pode ser pensada, porque ela é a fonte de todos os pensamentos.

A verdade de quem você é, não pode ser nomeada ou definida.

Palavras com alma, luz, Deus, verdade,"self”, consciência universal ou divindade, mesmo que capazes de evocar o êxtase da verdade, são totalmente inadequadas como descrição da imensidade de que você realmente é.
Independente de como você se identifica: como criança, adolescente, uma mãe, um pai, uma pessoas mais velha, uma pessoa mais saudável, uma pessoa doente, uma pessoa que sofre ou uma pessoa iluminada, sempre por trás de tudo isso está a verdade de você mesmo. Ela não é estranha para você. Ela está tão próxima, que você não consegue acreditar que é você.
A verdade de quem você é, é intocada por qualquer conceito sobre quem você é, seja ignorante ou iluminado, sem valor ou grandioso.

A verdade de quem você é, é livre de tudo isso.  Você é livre, e tudo que bloqueia sua realização desta liberdade é seu apego a alguma idéia sobre quem você é.
Este pensamento não impede que você seja a verdade de quem você é. Você já é isso!

Ele apenas separa você de realização de quem você é.
Convido você a deixar sua atenção mergulhar naquilo que sempre esteve aqui esperando abertamente por sua própria auto-realização.
Quem é você realmente?
Você é alguma imagem que aparece em sua mente? Você é alguma sensação que aparece em seu corpo?
Você é alguma emoção que passa por sua mente e corpo?

Você é algo que alguém disse que você é ou uma rebelião contra algo que alguém disse que você é?
Estas são algumas das muitas vias de erros de identificação. Todas essa definições vem e vão, nascem e depois morrem. A verdade de quem você é não vem e vai. Ela está presente do nascimento, durante toda uma vida e após a morte.
Descobrir a verdade sobre quem você é não é apenas possível, é o seu direito de nascença. Qualquer pensamento que esta descoberta não seja para você, agora não é o tempo, você não é digno, você não está pronto, você já sabe quem é, são apenas truques da mente.
Está na hora de investigar este pensamento sobre “eu”, e ver qual é a sua validade real. Nesta investigação existe uma abertura para que a consciência inteligente que você é, finalmente reconheça a si mesma. A pergunta mais importante que você jamais pode perguntar-se é: Quem sou eu?
De certa forma esta tem sido uma questão implícita perguntada em cada etapa de sua vida. Toda atividade, seja individual ou coletiva, é motivada em sua raiz por uma busca de auto-definição.
Tipicamente você busca por uma resposta positiva a esta pergunta e foge de uma resposta negativa.
Quando esta questão se torna explícita, o impulso e o poder da pergunta direcionam a busca pela verdadeira resposta, que é aberta, viva e cheia de insights cada vez mais profundos.
Você experimenta tanto o sucesso como a fracasso.
Após um certo estágio, cedo ou tarde, você percebe que quem você é, independente da definição, não é satisfatório.
Se esta questão não for verdadeiramente respondida, não apenas convencionalmente respondida, você vai continuar com fome de saber.
Porque, independente de como você tenha sido definido por outros bem intencionados ou não e independente de como você tenha definido a si mesmo, nenhuma definição pode trazer certeza duradoura.
O momento em que se reconhece que esta pergunta é crucial. Ele é muitas vezes referido como o momento de amadurecimento espiritual. A partir deste ponto você pode conscientemente investigar quem você realmete é.
Em seu poder e simplicidade a questão: “quem sou eu?” lança a mente de volta a raiz da identificação pessoal, a suposição básica “ eu sou alguém”.
Ao invés da automaticamente aceitar esta suposição como a verdade, você pode investigar mais profundamente. Não é difícil ver que este pensamento inicial “ eu sou alguém” leva a todos os tipos de estratégias: ser alguém melhor, alguém mais protegido, alguém com mais prazer, mais conforto e mais realização. Mas quando este pensamento muito básico é questionado, a mente encontra o eu, que se assume estar separado daquilo que ela vinha procurando.
Isso é chamado de auto-investigação.
A pergutna mais básica: “quem sou eu?” é aquela que é a mais negligenciada.
Passamos a maior parte dos nossos dias dizendo a nós mesmos ou aos outros, que somos alguém importante, alguém sem importância, alguém grande, alguém pequeno, alguém jovem ou alguém velho,sem nunca realmente questionar esta suposição mais básica.

Quem você realmente é?
Como você sabe que É quem você é? Isso é verdade? Realmente?
Quando você voltar sua atenção para a questão: “quem sou eu?”, talvez você veja uma entidade que tem seu rosto e seu corpo. Mas quem está ciente deste entidade? Você é o objeto ou você é a percepção do objeto? Objeto vem e vai. O pai, a criança, o amante, o abandono, o iluminado, o vitorioso, o derrotado. Todas estas identificações vem e vão.

A percepção destas iudentificações está sempre presente. A identificação errada de si mesmo como alguém objeto dentro da percepção leva a extremo prazer ou extrema dor e ciclos intermináveis de sofrimento.
Quando você está disposto a parar a identificação errada e descobrir direta e completamente que você é a própria percepção e não estas definições impermanentes, a busca por você mesmo nos pensamentos termina.
Quando a pergutna: “quem?” é perseguida de forma inocente, pura, por todo caminho de volta a sua origem, surge uma enorme e espantosa realização. Não há absolutamente nehuma entidade ali. Há apenas o indefinível e ilimitado reconhecimento de si mesmo, como inseparável de qualquer outra coisa. 
Você está livre.

Você está completo. Você é infinito. Não há nenhum fundo em você, nenhum limite em você.

Qualquer idéia sobre você aparece em você e desaparecerá de volta em você.
Você é percepção e percepçãp é consciência.

Deixe todas as auto-definições morrer neste momento. Deixe todas ir, e veja o que resta. Veja o que nunca nasce e o que não morre.
Sinta o alívio de se desfazer da carga de definir a si mesmo.

Experiencie a efetiva não realidade da carga.
Experiencie a alegria que está aqui.
Descanse na paz infinita de sua verdadeira natureza, antes que qualquer pensamento de “eu” surja.
Imagens: fabmoraes.blogspot.com
                  luzmaior.com.br
Créditos para Sônia.

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Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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