5 de janeiro de 2012

ARQUEUFOLOGIA



A arqueufologia ou ufoarqueologia estuda a possibilidade das aparições ou fenômenos ufológicos na antiguidade que ficaram marcadas através da arte e construções em diversos pontos do planeta.

Muitas aparições foram marcadas em diversas culturas, cada uma decodificando a sua forma, sejam como raios, bolas de fogo ou manifestações divinas. Avaliando a diversidade de registros da arte rupestre e contos passados oralmente pode-se entender que os fenômenos Ufológicos estão presentes em nosso planeta há tempos longínquos.

O interessante nisso tudo é que povos que nunca se encontraram terem retratado cenas tão semelhantes, com imagens de naves e seus tripulantes. Ainda mais, muitos destes registros mostram a troca de informações, onde estes seres ensinavam técnicas de agricultura e auto – sustentação, como é o caso da cultura africana dos Dogons, segundo relatos antigos receberam visitas de Deuses que lhes passaram diversos ensinamentos entre eles o comportamento social.

Os dados que fortificaram a lenda dos Dogons foi que os deuses passaram sua localização como sendo proveniente de um sistema binário chamado Sirius, este só seria descoberto no século 20 com aparelhagem avançada para constatar que o sistema era binário, algo impossível de ser visto a olho nu. Outra cultura que transmite interessantes informações é a Indiana, havendo descrições detalhadas de Vimanas, que são naves de deuses, com uma tecnologia incrivelmente avançada.

Erich Von Daniken, escritor do livro “Eram os Deuses Astronautas?”, tornou conhecida a hipótese de pinturas, arte e escritas antigas conterem a participação de seres Extraterrestres, levantando diversas pesquisas que ele fez no campo da ufologia.

Entre centenas de análises existentes em muitos países há descobertas curiosas e bem intrigantes como exemplo: pegadas encontradas no estado de Utah (EUA), medindo 32,5 x 11,24 cm, datam por volta de 440 milhões A.C, as marcas de botas esmagavam um inseto pré-histórico que vivia durante a era Paleozóica, chamado de Trilobite. O achado foi feito por Sr. William Meister e Sr. Francis Shape em 1968.






Pegada de 440 milhões de anos A.C

Além destes existe também muitos outros registros como um objeto metálico em forma de cubo encontrado em uma Mina na Áustria que data uma idade próxima há 70 milhões A.C, este objeto se encontra atualmente no Museu de Salisbury, ou então, um geodo encontrado em 1961, na Califórnia que possuía em seu interior de acordo com analises algo que se assemelhava a uma vela de ignição para um motor que funcionasse à explosão, o objeto era uma peça metálica manufaturada.

Para visualizações mais próximas podemos simplesmente ver em muitos quadros e esculturas esses sinais, abaixo segue diversas imagens que sugerem esta interação com Óvnis e Seres Extraplanetários.



“A crucificação” se encontra em um altar no mosteiro de Visoki Descani em Kosovo, Iugoslávia. (Sec. XIX)



Detalhes do afresco “A crucificação”, pintura de Carlo Crivelli.



Afresco do século XV, Kiev.
Óvni avistado no Castelo de Sigiburg – França, durante invasão de saxões. Enquanto a luta ocorria vários discos “flamejantes” apareceram sobre a igreja afugentando os saxões. (776 d.C.)


Afresco da Catedral de Svetishoveli na Geórgia. (Sec. XVII)

"A Ascensão da Virgem" pintada no século XV.



“O Batismo de Cristo”, pintado em 1710 por Aert De Gelder, se encontra no museu de Cambridge



“O Magnificat” tapeçaria do século XV. Se encontra na basílica de Notre Dame, França.




Outra tapeçaria do século XV, também localizada na mesma basílica de Notre Dame, França.


“La Tebaide” (1460 d.C.) , pintura de Paolo Uccello. Atualmente se encontra na Academia de Florença.




“ A Madonna com São Giovaninno”, pintada no século XV. Se encontra no Palazzo Vecchio, Florença.


Detalhe do canto direito superior da imagem mostra um homem e seu cachorro olhando para um objeto reluzente no céu.




“O Milagre da Neve”, pintado por Masolino Da Panicale. Se encontra na igreja Santa Maria Maggiore, Itália.



“A Anunciação”, pintado em 1486 por Carlo Crivelli. Se encontra na National Gallery em Londres.



“O triunfo do Verão”, tapeçaria criada em Bruges, Bélgica (1538). Atualmente está no Museu Nacional da Baviera, Alemanha.



Esferas no detalhe


Imagem descrita por tripulantes de dois navios holandeses, se encontra no livro “Theatrum Orbis Terrarum” escrito pelo Almirante Blaeu, contendo diversas informações de longas viagens marítimas, assim como dados cartográficos. (1660)

“Glorificação da Eucaristia” se encontra na Igreja San Lorenzo em San Pietro, Itália. (1600)



“Enormes Globos Negros” ilustração de Samuel Coccius, mostra um avistamento sobre a Basiléia, Suiça (1566). A imagem esta na Biblioteca Central de Zurique.



“Duas Rodas Ardentes” avistamento ocorrido em Hamburgo, Alemanha (1697).




Objeto Luminoso avistado na Inglaterra (1783).





Ilustração encontrada no livro “Ume No Chiri” relata avistamento de uma tripulação em Haratonohama, Japão (1803). De acordo com a explicação o objeto possuía estranhas escrituras em sua carcaça.



Antiga ilustração chinesa (1400 d.C.)

Reprodução de uma imagem em relevo da ilha de Jotuo, China. A expedição liderada pelo professor Tsj’i Pen-Lai, encontrou diversas ilustrações de planetas e humanos de trajes estranhos.




Ilustração do livro “Prodigiorum Liber” do historiador Julio Obsequens. Detalha uma aparição em Roma.




Medalha Comemorativa da França (1680).





Ilustração de um antigo Texto Budista, o Prajnaparamita, Índia.




Detalhe do Texto Budista, o Prajnaparamita, Índia.



Ilustração de uma parede do Templo de Dharamsala, Índia.




Hieróglifos do Templo de Abydos, Egito (1500 a.C)




Detalhe dos hieróglifos do Templo de Abydos, Egito (1500 a.C)





Pintura Rupestre encontrada na caverna “Pech Merle”, França. Data de 17.000 a.C.



Pintura Rupestre feita em pedra em Toro Muerto, Peru. Datam de 14.000 a.C.

Petroglifo da província de Querato, México (7.000 a.C)



Reprodução de Pinturas Rupestres encontradas durante uma expedição (1837-1839), comandada por Lt. Grey, na Austrália (Norte). Estes seres retratados são conhecidos como Wandjinas pelos nativos.


Pintura Rupestre de Wandjinas. Austrália. (5.000 a.C)




Pintura Rupestre de Tassili, Tunísia (6.000 a.C)





Pintura Rupestre encontrada em Val Camonica, Itália (10.000 a.C)




Artefato Inca.




Referência

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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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