9 de janeiro de 2012

LEMÙRIA E A CIDADE LENDÁRIA DAWARKA

Círculo de pedra, em Portugal
Por Ernesto Ribeiro
No meio de minhas investigações em Culturas e Sociedades, passei a pesquisar civilizações antigas (algumas pré-Históricas) avançadíssimas, que construíram pirâmides e artefatos científicos aparentemente elétricos e teriam até contatos com discos voadores! O testmunho destes contatos poderia ser visto hoje nos numerosos monumentos pré-históricos inexplicáveis encontrados em todo o mundo, como em Portugal, onde quatro menires sustentando um disco mostram uma disposição perfeita para dar a impressão de estar voando. Estes destes círculos de pedra, dos quais o mais famoso é o de Stonehenge (Inglaterra), possuem uma arquitetura e engenharia invariavelmente condicionada a uma relação com o mapa celeste do local.
A Lemúria (também chamada continente MU) é citada no prefácio do Livro da Epopéia de Gilgamesh, a narrativa mais antiga da História Ocidental. O livro foi escrito há 5 mil e 500 anos pelos sumérios, a primeira civilização [ocidental] conhecida a inventar a escrita, e faz referências ao Grande Dilúvio de 10 mil anos atrás, ao final da última Era do Gelo em todo o planeta. Dizem as lendas que os sumérios foram os últimos descendentes do legado lemuriano.
É provável que os mediterrâneos [como os gregos] tenham confundido a Lemúria com a Atlântida, pois o Oceano Pacífico não fazia parte do mundo conhecido deles; o Pacífico fica do outro lado da Terra, enquanto o Atlântico fica logo ali. Platão, um dos mais conhecidos filósofos do ocidente que fala da Atlântida, teria associado o continente perdido à destruição da avançadíssima sociedade matriarcal Minóica na Ilha de Creta, devastada por um vulcão e um maremoto.
Alguns dizem que a catástrofe da Lemúria ocorreu há 9 mil anos, com o maior choque da História entre placas tectônicas, que quebraram a base da ilha, ou do continente. É provável que ninguém tenha sobrevivido. Mas antes disso eles teriam se expandido em colônias e feito contato com outras culturas em todo o mundo, nos 5 continentes. Isso, segundo as lendas dos fãs da Lemúria. Pra mim, eles não foram os únicos. Civilizações nascem, crescem e morrem, envenenadas por suas próprias falhas. Cada cultura pode gerar as sementes de sua própria destruição.
A lenda diz que os lemurianos foram a terceira raça; eram super-humanos, de 3 metros de altura [gigantes] e asas, voando como "homens-pássaros". Foram amaldiçoados pelos deuses porque "sabiam demais" (contatos com ETs que chocariam a Humanidade?). Enquanto os atlantes tentaram conquistar a Terra, sendo derrotados pelas Amazonas. Ambas as civilizações destruídas por Hybris, em grego: o pecado da ambição de ser divino. Talvez os avanços deles fossem mesmo um empurrão forte demais para o resto de nós naquela época.

O Continente da Terceira Raça
por Mahajah!ck
Lemúria e Atlântida são dois mistérios geo-histórico-antropológicos. Jamais a ciência oficial encontrou uma evidência inquestionável da existência desses dois continentes porém, a tradição de muitos povos (maias, egípcios, polinésios etc.) se refere a uma fantástica civilização que existiu muito antes dos antigos povos conhecidos terem começado a escrever sua história.
Na bruma desse passado tão remoto, Lemúria e Atlântida, não raro, são confundidas, como se fossem uma só nação ou como se as duas civilizações tivessem sido parte de um mesmo período geológico. Entretanto, para os estudiosos ocultistas não há confusão. Os teósofos, especialmente, distinguem com clarezalemurianos e atlantes como duas raças humanas distintas que se sucederam no processo de evolução da espécie humana. Ambos foram povos fisicamente diferentes do sapiens atual: ambas, foram raças de gigantes em estatura e detentoras de um conhecimento científico tão ou mais avançado que a humanidade atual.
Lemúria na WikipediaLemúria é o nome de uma suposta terra desaparecida, de localização incerta, entre os oceanos Índico e Pacífico. As ciências - história, geologia, arqueologia etc. - não reconhecem sua existência mas a Lemúria é amplamente aceita entre os estudiosos ocultistas e povos como o Tamil, da Índia. O "continente perdido" teria sido engolido pelo mar em um cataclisma geológico. A Lemúria não é o único continente submerso da "história não-oficial" da Terra. Também a terra da Atlântida teria sido engolida pelo oceano.
A palavra "Lemúria" foi cunhada em 1864 pelo geólogo Philip Sclater no artigo The mammals of Madagascar, publicado no The Quarterly Journal of Science. Intrigado com a presença de fósseis de lêmures em Madagascar e na Índia, mas não na África nem no Oriente Médio, Sclater supôs que Madagascar e Índia fossem a parte que sobrou de um extenso continente submerso ao qual denominou "Lemúria" por causa dos seus característicos lêmures. [Atualmente, os lêmures, mamíferos semelhantes aos macacos, somente são encontrados em Madagascar e ilhas adjacentes.]
Sobreviventes da Lemúria:
Em 1894, Frederick Spencer Oliver publicou A Dweller on Two Planets, escrito no qual afirma que sobreviventes da Lemúria viviam no Monte Shasta, a norte daCalifórnia. Habitariam um complexo de túneis dentro da montanha e, ocasionalmente poderiam ser vistos em suas visitas à superfície (vestidos com túnicas brancas).
Em 1930, Guy Warren Ballard fundou a I AM Fundation, uma sociedade que pretendia seguir os Mestres Ascendentesda Grande Irmandade Branca. Atualmente, muitos grupos mais ou menos tradicionais reivindicam a originalidade de seus mestres ascencionados como: Bridge to Freedom (Ponte da Liberdade), Summit Lighthouse, Church Universal and Triumphant, Temple of The Presence e Hearts Center. LEMÚRIA WIKIPEDIA
A referência a "continentes perdidos" e grandes catástrofes planetárias é um dado presente nas tradições de muitos povos antigos. O Gênesis da Bíblia judaico-cristã, mesmo em linhas gerais, descreve um passado cósmico e geológico repleto de notáveis movimentos transformadores da face da Terra; o "Dilúvio" é o mais chamativo destes fenômenos mas a própria criação "em sete dias" se afigura como um processo complexo e longo de formação do ecossistema atual, processo chamado terraforming (earthforming).
Os "Dilúvios" aparecem ainda entre os Sumérios e a epopéia Gilgamesh, da mitologia sumeriana, é considerada como fonte de onde deriva o texto do Gênesis hebreu. Também na Bíblia há personagens que contradizem a interpretação simplista de uma antropogênese que começa em um "Adão indivíduo". Os anjos e os gigantes são alguns desses personagens intrigantes; indicam que devem ter existido tipos diferentes humanóides antes do homem tal como é bioquímicamente configurado hoje.
Na tradição Maia também aparecem reminiscências que se referem a um continente no Pacífico, destruído por atividade vulcânica. Esta mesma lenda consta dos textos sâncritos chamados Rutas. A literatura Tamil fala de um reino mítico chamado Kumari Kandam, comparável à Lemúria, que submergiu. Ali ficava a cidade de Puhar. Dali eram originários os Drávidas, povo do sul da Índia.
TAMIL: Grupo étnico que vive no sul da Índia e no Sri Lanka que possui registros históricos de mais de dois mil anos. A "identidade Tamil" é essencialmente lingüística pois falam a "primeira linguagem" desde tempos imemoriais: o idiomatamil. São relacionados aos drávidas.
Em outra tradição, a hipótese reptiliana, a Lemúria, um continente submerso no Pacífico, foi o berço de uma raça de criaturas híbridas, répteis-humanos, os nagas ou dragons. É uma crença presente na cultura do Camboja, Austrália, Índia, povos pré-colombianos etc.. Esta foi uma raça que "pecou" pelo uso da magia negra. Para os intérpretes da mitologia, o termo "dragão" e "serpente", são usados de modo simbólico significando a grande sabedoria, o conhecimento avançado deste povo extinto cujas maravilhosas invenções foram lendariamente entendidas como "magia".
Para os teósofos estudiosos da Doutrina Secreta de H.P. Blavatsky, os lemurianos foram os "homens da terceira raça", gigantes e hermafroditas, mentalmente pouco desenvolvidos (e por isso também chamado "SEM-MENTE") e espiritualmente puros até a metade de seu ciclo de existência, quando seus descendentes começaram a nascer heterosexuais, homens e mulheres. Este foi o primeiro passo para um tipo de reprodução que iria se desenvolver dali por diante: a reprodução sexuada (os modos anteriores foram a EXUDAÇÃO e o BROTAMENTO). Este episódio é compreendido pelos ocultistas como a verdadeira "queda"; queda do ser humano na matéria.
Atlantes e Lemurianos foram contemporâneos somente por um tempo da história. Os Atlantes, homens daquarta raça, também foram gigantes, menos espiritualizados e mais materializados. Sobreviveram aos Lemurianos, que foram extintos com seus territórios, engolidos por uma catástrofe geológica que envolveu terremotos e erupções vulcânicas. Na época da extinção dos lemurianos a Atlântida era uma civilização florescente. O que restou de ambos os povos está perdido, soterrado por camadas de solo multimilenares ou submerso, sob as águas do Pacífico e do Atlântico.

Dawarka

No litoral noroeste da Índia, em 2001, foi realizada uma
pesquisa sobre poluição no Golfo de Cambaia. Passando o sonar no leito do oceano, acabaram encontrando o que imaginavam serem apenas cadeias de corais a cinqüenta metros de profundidade. Porém por possuírem linhas retas, formatos de retângulos,decidiram descer para investigar o que pareciam ser paredes submersas.



Para a surpresa da expedição, foram encontradas paredes, rua, entre diversas construções. Era uma cidade inteira debaixo d'água. Muitos objetos foram retirados e levados para análise. E foi concluído que datavam de mais de trinta e dois mil anos atrás. Porém, especialistas dizem que aquela área afundou debaixo das águas do mar há cerca de nove mil anos. Nos livros a Índia só existe há cerca de quatro mil e quinhentos a cinco milanos. Desta forma, está cidade mudaria a história.
Cerca de dois mil quilômetros a oeste, está a atual cidade de Dwarka. Muitos arqueólogos vêm fazendo pesquisas na região, e debaixo das areias da cidade acharam sedimentos marinhos. Desta forma, resolveram buscar ruínas nos mares.

E acabaram achando uma cidade completa, com ruas, diversas construções e um grande porto. Acadêmicos afirmaram então, que as ruínas eram da lendária cidade de Dwarka.
Para a surpresa da expedição, foram encontradas paredes, rua, entre diversas construções. Era uma cidade inteira debaixo d'água. Muitos objetos foram retirados e levados para análise. E foi concluído que datavam de mais de trinta e dois mil anos atrás. Porém, especialistas dizem que aquela área afundou debaixo das águas do mar há cerca de nove mil anos. Nos livros a Índia só existe há cerca de quatro mil e quinhentos a cinco mil anos. Desta forma, está cidade mudaria a história?



Cerca de dois mil quilômetros a oeste, está a atual cidade de Dwarka. Muitos arqueólogos vêm fazendo pesquisas na região, e debaixo das areias da cidade acharam sedimentos marinhos. Desta forma, resolveram buscar ruínas nos mares.

E acabaram achando uma cidade completa, com ruas, diversas construções e um grande porto. Acadêmicos afirmaram então, que as ruínas eram da lendária cidade de Dwarka.


Dwarka era segundo as lendas hindus a cidade onde vivia Krishna, a principal figura do hinduísmo. Segundo as lendas, em certo momento, o Rei de Shalva, Shalvaraj atacou a cidade de Dwarka e seu líder Krishna.


E não foi um ataque qualquer, de acordo com os textos, Shalvaraj utilizou as famosas vimanas, naves voadoras atiravam poderosos raios de luz que destruíam a cidade. E neste momento, Krishna teve de utilizar de seus superpoderes para parar o ataque de Shalvaraj e atirou seus poderosos raios contra as naves. Diziam que as naves pareciam estar em dois ou mais lugares diferentes. Teria então ocorrido uma guerra de alienígenas? Afinal há tantos anos não existiam naves voadoras com poderosas armas. E Krishan, era um Deus de verdade ou um ser de outro planeta?




Os textos se relacionam com os também hindus, Sangams, que eram poemas criados em 600 a.C., e falavam sobre uma terra que ficaria onde hoje está o Oceano Índico. Esta terra seria um continente perdido chamado Kumari Kandam, ou como alguns chamam Lemuria. Neste continente, pessoas com superpoderes viveriam quando há milhares de anos atrás o continente estava ainda não estava submerso.
E os achados submersos no litoral indiano seria talvez a prova de que este continente de fato existiu. Será que este continente realmente existiu e teria seres alienígenas como habitantes?

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Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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