17 de fevereiro de 2012

ARQUEOLOGIA PROIBIDA

Ela não é ensinada, comentada e muito menos discutida. Vamos conhecer um pouco dos bastidores da arqueologia
Uma área de pesquisa repleta de enigmas insolúveis até ao presente
As teorias convencionais dizem que o homem moderno surgiu no sul da África há cerca de 100 mil anos, variando conforme novas descobertas são estudadas e confirmadas. Da África, migrou para o norte, Europa e o sul da Ásia. Atravessou esta última e cruzou o Estreito de Bering em direção às Américas há cerca de 30 mil anos. Da América do Norte, desceu para a América do Sul, onde teria chegado há 15 mil anos.
Porém, diversos artefactos arqueológicos encontrados são tão antigos que ameaçariam derrubar completamente essa hipótese. Em 1979, investigadores de Laetoli, Tanzânia, num campo da África Oriental descobriram pegadas em depósitos de cinza vulcânica com idade superior a 3,6 milhões de anos. Mary Leakey (1913-1996) e colaboradores disseram que as pegadas eram indistinguíveis das humanas actuais. Para estes cientistas, isso apenas significaria que os ancestrais do homem de 3,6 milhões de anos atrás tinham pés incrivelmente modernos.
Os Discos Dropa
Nas montanhas de Bayan Kara Ula , entre as fronteiras de China e Tibet, existem cavernas com paredes quadradas e cristalizadas, como se o corte na montanha tivesse sido realizado com uma fonte de calor extremo. Dentro das grutas foram encontradas sepulturas com insólitos esqueletos, que eram pequenos, delgados e com crânios muito desenvolvidos.
Esqueletos e fósseis não convencionais às vezes são encontrados por diversas partes do planeta. Este foi descoberto numa expedição científica no México, durante os anos 70

Semi-enterrado, devido a sujidade do local, havia um disco de pedra, obviamente feito pelas mãos de uma criatura inteligente. O disco teria 22,7 cm de diâmetro e dois centímetros de grossura, também havia um buraco no centro, perfeitamente circular, de dois centímetros de diâmetro. Este disco é datado entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade – muito mais antigo que as datações das grandes pirâmides do Egipto. Entretanto não foi o único, no total haviam sido encontrados 716 discos e cada um com características diferentes.
Chi Pu Tei, professor de arqueologia da Universidade de Beijing passou para o papel a transcrição, assim como suas conclusões, e o apresentou na universidade para sua publicação posterior, mas foi censurado. Porém, em 1965, um artigo escrito pelo russo Vyacheslav Saizev apareceu na revista alemã Das Vegetarische Universum, e na revista anglo russa Sputnik, contando a história dos discos, sua composição e um extrato sobre o que havia sido decifrado pelo professor Tsum Um Nui, da Academia de Ciências de Pequim.
Os discos contam a história de uma nave espacial procedente de um planeta longínquo que teve de realizar um pouso forçado nas montanhas de Baian Kara Ula. Seus tripulantes procuraram refúgio nas grutas das montanhas e, apesar de suas intenções pacíficas, os “Dropa” [Veja Civilização Dropa apresenta características físicas distintas dos humanos] não foram compreendidos pelos membros da tribo Ham – estes ocupavam as cavernas vizinhas – e, pensando que eram inimigos que queriam apoderar-se de seu território, perseguiram e mataram alguns deles.
Alguns dos discos de Bayan Kera Ula
Quando finalmente a tribo compreendeu a sua linguagem, por sinais dos Dropa, admitiram-nos em seu território ao saber que os recém chegados tinham intenções pacíficas. Os discos também contam como os Dropas não conseguiram reparar os danos na nave e ficaram impossibilitados de voltar ao seu planeta de origem, tendo que viver na Terra .
O artefacto de Coso – uma vela de ignição de 500 mil anos



Artefacto de Coso

Durante a caça de minerais perto de Olancha, nas montanhas da Califórnia, durante o inverno de 1961, Lane Wallace, Virginia Maxey e Mike Mikesell encontraram uma pedra, entre muitas outras. Ao cortá-la, no entanto, Mikesell encontrou um objecto dentro de uma peça que parecia ser feito de porcelana branca, no centro de uma haste de metal brilhante.
Especialistas estimaram que tal objecto deveria ter cerca de 500.000 anos para estar tão incrustado com nódulos, e que era possivelmente de fabrico humano, mas sofisticada. Outras investigações revelaram que a porcelana foi cercada por um invólucro hexagonal, e um raio-X revelou uma pequena mola. Alguns que examinaram as provas disseram que se parece muito com uma vela de ignição moderna. Como ela foi parar dentro de uma pedra de 500.000 anos de idade?
A Pilha de Bagdá
Em 1936, trabalhadores escavavam as ruínas da vila Khujut Rabu, perto de Bagdá, no Iraque, quando descobriram um objecto intrigante. Era um pequeno vaso de argila dentro do qual havia um tubo feito de chapa de cobre. A base do tubo estava selada por um disco, também de cobre, e uma barra de ferro aparentemente corroída por ácido se projetava através de uma tampa de asfalto na parte superior.
Em 1940, o engenheiro americano Willard Gray construiu uma réplica desta misteriosa “pilha” utilizando uma solução de sulfato de cobre, conseguindo gerar cerca de meio volt de electricidade. Nos anos 70, o egiptólogo alemão Arne Eggebrecht fez a bateria funcionar melhor ainda com um ingrediente abundante na antiga Mesopotâmia: com sumo de uva, a pilha produziu 0,87 volt de energia.
Uma das hipóteses para o uso da pilha é a medicina – os gregos antigos, por exemplo, usavam peixes eléctricos como analgésico. Mas a corrente gerada é pequena demais. Outra possibilidade é a aplicação da energia para galvanizar metais na ourivesaria.
O artefacto era uma ânfora de barro contendo um cilindro feito de uma liga de cobre e estanho, com uma barra de ferro suspensa dentro dele. Ilustração artística
O Martelo de Kingoodie



Este martelo, com mais de 400 milhões de anos, foi descoberto em Kingoodie Quarry, na Escócia. David Brewster encontrou este objecto numa rocha de arenito com algo estranho encrustado. Supostamente um tipo de martelo pré-histórico, de aproximadamente 12,5 cm e que deixou todos perplexos.
O bloco de arenito que contém o martelo foi datado do período Devoniano (entre 416 milhões e 359 milhões de anos atrás). Isto significa que este artefacto data antes dos próprios dinossauros, que surgiram apenas no período Triássico.
A grande questão é: quem fez o martelo, se segundo a teoria clássica, só existiam insectos e animais aquáticos neste período? Quem estava a usar um martelo há mais de 240 milhões de anos antes dos dinossauros surgirem?

“A História da humanidade prova-nos que o homem sempre encontrou mais do que procurava. As grandes descobertas, com freqüência, foram realizadas contra o senso comum. Era ir contra o senso comum, por exemplo, afirmar há coisa de quatro séculos, que a Terra girava em torno do Sol! Mas é preciso ainda fazer distinção entre o senso comum e o bom senso. É o bom senso que, aplicando-se melhor ao detalhe e aprofundando-se no sentido das coisas, contraria com freqüência o senso comum”

(Guy Tarade)

Sim, mil vezes SIM – não há mais o que negar! Existiram no nosso remoto e esquecido passado fantásticas formas de tecnologia, as quais somente hoje estamos redescobrindo! O que você vê acima foi encontrado no interior de uma pirâmide atribuída aos Maias e classificado como uma “relíquia”. Mas, com o que lhe parece? Se você respondeu que essa “relíquia” é incrivelmente semelhante a um dos modernos módulos de pouso, utilizados pela NASA para aterrissagens em outros corpos celestes, ou muito mais ainda com os escapamentos dos propulsores de um foguete, parabéns porque acertou em cheio!
E aqui nesta foto, uma outra “relíquia” de uma desconhecida civilização pré-colombiana, elaborada em ouro e exposta no Banco do Estado de Bogotá. Trata-se, sem dúvida, de um artefato tecnológico ainda não identificado e, portanto, cuja verdadeira finalidade ainda é desconhecida. Alguns pesquisadores pretendem ver nesse estaranho objeto a perfeita réplica de um robô alienígena!

E também supostamente originária da Civilização Maia, nessa espantosa pintura vemos a simbologia de uma astronave, na qual se encontram criaturas desconhecidas em meio às suas complexas aparelhagens. O personagem central assume a postura de um comandante, ou piloto, daquele curioso artefato.
A escrita maia é até hoje um mistério indecifrável. Porém, nas suas imagens, bem como nos seus complexos ideogramas associados, estão escondidos imensos segredos relativos a vários artefatos tecnológicos, talvez trazidos de muito longe, que povoaram o nosso enigmático e obscuro passado!
E isso não é novidade nenhuma, haja vista que desde os chamados tempos “pré-históricos” os foguetes, os módulos de aterrissagens e até mesmo os notórios UFOs e os seus respectivos tripulantes eram presenças constantes e até mesmo banais nos nossos céus e também aqui por baixo. Na pintura rupestre mostrada acima, datada portanto do período pré-histórico e situada nos paredões rochosos de Laura – North Queensland, Austrália – o artista dito “primitivo” retratou com extrema perfeição um foguete e também, logo à sua esquerda, um módulo, ou possivelmente uma espaçonave em manobra ascendente!
Observe bem a foto. Essa imensa e impressionante paisagem está situada em Crimscote – nas proximidades de Stratford-on-Avon, Inglaterra – e também está repleta de tecnologia. Aqui, em épocas ditas “pré-históricas”, uma misteriosa civilização escavou uma extensa área, moldando nas pedras e nos caminhos uma enigmática, absurdamente simétrica e além de tudo colossal estrutura, igualmente feita para ser vista “do alto”! Tal proeza inegavelmente demandou a utilização de potentes máquinas. Mas QUAIS MÁQUINAS EXATAMENTE existiam naqueles remotos tempos?
Sem dúvida! Tecnologias inexplicáveis e aparentemente fora da sua época e do seu tempo existiram mesmo. Acima, você vê as mais recentes notícias, divulgadas em outubro de 2002. A da esquerda não nos causa qualquer espanto, uma vez que os antigos egípcios herdaram de uma outra (evoluída e muito mais antiga) cultura certos conhecimentos infinitamente além do seu tempo – isso em todos os ramos da Ciência! A outra relata a descoberta de mais dentre tantos estranhos “objetos” na órbita do nosso Sol, ostentando a metade do tamanho do longínquo Plutão – do qual até mesmo já se duvida que seja um planeta! (Fonte: Jornal O DIA, Rio de Janeiro)
E por falar em tecnologia no Antigo Egito, observe bem os caracteres hieroglíficos ao centro deste mural, que nos mostra – à frente da imagem – um sacerdote, seguido talvez de um médico, vestindo a sagrada pele do leopardo. É certo, e já revelamos isso aqui neste Site, que os hieróglifos tinham um triplo sentido. E um desses “sentidos”, talvez o triplo, você pode ver aqui, mostrando-nos claramente a surpreendente imagem de um espermatozóide, somente observável através de um potente microscópio moderno! E, acredite, isso apesar de insólito não se trata mesmo uma mera coincidência! O que todavia mais surpreende é saber exatamente COMO detinham este conhecimento, muitos milhares de anos antes da nossa Era???
Contudo, além das tecnologias inexplicáveis temos ainda o intrigante fator representado pelas criaturas desconhecidas que um dia estiveram sobre a face da Terra! Há seis mil anos atrás, por exemplo, na região em que hoje se situa o Iraque, habitou uma estranha e evoluída civilização cujos membros eram dotados de características físicas incomuns – como se pode ver nessas estatuetas encontradas na região de Obed e atualmente em exposição no Museu de Bagdá. Tanto a mulher quanto o homem, apesar de dotados de certos detalhes antropomórficos, têm as fisionomias semelhantes aos insetos!!!
Em toda parte está não só o mistério, como também a simples solução para a maioria deles! Neste impressionante mural que pode ser visto nas ruínas maias da cidadela de Cobá, encontramos o relato silencioso porém bastante expressivo da submersão do Continente Atlante! A representação artística é bastante clara e evidente: vulcões em fúria; pirâmides e suntuosos templos desabando, sendo tragados pelo mar; populações inteiras se afogando; embarcações fugindo da catástrofe e assim por diante. Segundo a Tradição Maia, este colossal cataclismo ocorreu no ‘Mar Oriental”, isto é, no Oceano Atlântico, submergindo as terras de AZTLÁN. E foi precisamente dela que alguns sobreviventes aportaram na América Central, tornando-se então os seus remotos ancestrais!
Nesta antiga foto, você vê a colossal estrutura daquilo que outrora foi um suntuoso templo Sumeriano, o chamado Zigurate de UR. Irreconhecível pelo fato de ter sido em épocas remotíssimas coberto por vastos depósitos de aluvião, é um dos grandes mistérios da Arqueologia e possivelmente também uma prova de que uma grande catástrofe, que mais tarde viria a ser citada nos relatos bíblicos como “um dilúvio”, realmente ocorreu em algum lugar distante, levando os seus efeitos colaterais até mesmo a grandes distâncias – em outros continentes e em regiões mais afastadas do seu epicentro que teria sido precisamente na Atlântida!
De acordo com a reconstituição acima, essa era a fantástica imagem daquela prodigiosa obra de engenharia, antes de ser vitimada pelos efeitos da catástrofe. Aliás, a própria Arqueologia reconhece que não sabe ao certo quem eram, ou mesmo de onde vieram, os sumerianos. Avançadíssimos em organização social e cultural, eram igualmente um povo dotado de enormes conhecimentos em todos os ramos da Ciência. Na Arquitetura, por exemplo, foram considerados os inventores do arco, do pilar e da cúpula! Essa misteriosa civilização, considerada como a mais antiga das culturas humanas, habitou nas proximidades do Golfo Pérsico, vindo a desaparecer sem deixar vestígios e abandonado várias cidades também vitimadas pelo formidável e muito antigo cataclismo, conhecidas pelos arqueólogos como Kish, Ugarit, Fara, Warka, Nipur, Assur, Mari e El-Obeid.
Muito embora certos setores mais radicais se recusem a admitir, não somente as coincidentes pirâmides como também certas outras evidências mais gritantes indicam ter existido uma forte conexão cultural em épocas muito recuadas entre as Américas do Sul e Central, o Egito e também todo o Oriente próximo! Acima, você vê a reprodução de mais um elefante, inexplicavelmente encontrado em relevo nas ruínas maias de Palenque! E assim como em Palenque, esses animais também estão retratados nas pirâmides de Copán e até mesmo nos chamados Códices, os manuscritos maias! Além disso, estão gravados nas misteriosas placas de ouro do Equador, nas ruínas e artefatos dos Incas – no Peru – e até mesmo no Brasil onde, conforme já vimos em uma página anterior, até mesmo uma montanha inteira no litoral norte do Rio de Janeiro foi esculpida sob a forma desse paquiderme! Obviamente, como não havia tal tipo de animal naqueles tempos, e teoricamente muito menos nessas vastas regiões, ALGUÉM deve tê-los trazido para as Américas, cruzando portanto o Oceano Atlântico. E para você se divertir um pouco, saiba que alguns “ilusionistas” da História, “mais perdidos do que garçons na Santa Ceia” e como sempre obliterando a verdade, recusando-se a admitir o óbvio, classificaram com as caras mais deslavadas deste mundo, sem a menor das cerimônias e tentando inutilmente “tapar o sol com uma peneira”, o evidente animal mostrado acima como uma….. Anta! Não é mesmo hilariante? Só podemos sorrir!

Adaptado de : UFO.comfenomenumarqbibaforteanosla

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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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