13 de abril de 2012

A FORMAÇÃO DO SISTEMA SOLAR


Existem várias teorias que tentam explicar a forma como o sistema solar começou, mas a mais aceita é conhecida como teoria nebular. Astrônomos e físicos acreditam que o sistema solar começou como uma enorme nuvem disforme de gás, pó e gelo disforme, mas algo partiu a massa e colocou tudo em movimento - talvez a explosão de uma estrela próxima.

A maioria dos cientistas acredita que o sistema solar começou como uma enorme nebulosa de gás, pó e gelo que, finalmente, prolongou-se na forma de um disco.



Se você já viu alguém patinando, talvez tenha percebido que a pessoa consegue girar muito mais rápido se aproximar os braços do corpo. Quanto mais concentrada for sua massa corporal, mais rápido o patinador conseguirá girar.


O mesmo aconteceu com nosso sistema solar. A explosão hipotética comprimiu o gás e o pó juntos, sem forma definida, que começaram a girar cada vez mais rápido em círculo. Quando o Sol se formou no meio, a nuvem começou a se achatar na forma de um disco, semelhante a uma panqueca, com minúsculos grãos de pó formando o resto do disco.


Finalmente, o pó começou a aderir e a formar corpos maiores chamados deplanetesimais. Uma quantidade maior de matéria que voava colidiu com esses planetesimais e aderiu a eles em um processo chamado de acreção. À medida que os corpos giravam e a gravidade trazia mais pó e gás, os planetesimais se agregaram aos protoplanetas e, logo, aos oito planetas que conhecemos hoje - MercúrioVênusTerraMarteJúpiterSaturnoUrano eNetuno (desculpe, Plutão!).


É a área entre o quarto planeta (Marte) e o quinto (Júpiter) que importa. Os astrônomos utilizam a unidade astronômica (UA) para medir distâncias dentro do sistema solar e da galáxia Via Láctea. Uma unidade astronômica é a distância entre a Terra e o Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros.


Marte está a aproximadamente 1,5 UA do Sol, ou 225 milhões de quilômetros de distância. Entretanto, Júpiter está a aproximadamente 5,2 UA do Sol, ou 780 milhões de quilômetros de distância. Se subtrairmos as duas distâncias, o resultado será cerca de 3,7 UA entre Marte e Júpiter, ou 555 milhões de quilômetros. A impressão não é a de que há espaço suficiente entre os dois planetas de modo que caiba ainda outro?

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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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