11 de abril de 2012

O SISTEMA SOLAR

AS PRIMEIRAS DESCOBERTAS

O teólogo polonês Nicolau Copérnico (1473 -1543), autor do livro "Sobre as Revoluções dos Orbes Celestes", explicou pela primeira vez que a Terra gira em torno do Sol. A idéia dá novo rumo às ciências naturais e tais idéias eram contrárias a teoria da igreja. Mas à princípio, suas declarações não incomodaram muito, até que alguns anos depois, outro grande astrônomo, o italiano Galileu Galilei (1564 - 1642), descobriu através de seu telescópio rudimentar que a Lua possui uma topografia irregular, cheia de vales, montanhas e crateras, alem de regiões mais planas denominadas mares.
A principal descoberta de Galileu Galilei foi feita ao apontar para o céu sua recém-inventada luneta, onde ele descobriu os quatro maiores satélites de Júpiter, marcando o início das pesquisas sobre o Universo. Tais luas passaram a ser chamadas até os dias de hoje de "Satélites Galileanos" (Io, Europa, Calisto e Ganimedes). Suas idéias foram repudiadas pela igreja que o acusou de heresia, o que atrasou os estudos astronômicos. Somente depois de muitos anos seu trabalho foi aceito.
Sistema Solar com o Sol e os nove planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.
Sistema Solar
Sistema Solar com o Sol e os nove planetas:
Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.

CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA SOLAR

O sistema solar é formado por 9 planetas e por milhares de asteróides, além de um cintura de objetos kuiper localizada depois da órbita de Plutão. Por ordem de distância do Sol estão: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.
Os planetas menores e mais próximos ao Sol, de formação rochosa, são chamados de planetas internos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte). Já os planetas mais afastados e com alguns gigantes em relação aos internos, de formação gasosa, são denominados planetas externos (Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão).

O NASCIMENTO

O sistema solar nasceu a partir de uma gigantesca nuvem de gás e poeira. Essas nuvens giram ao redor de um único ponto, de maior gravidade, onde se localizará no futuro a estrela (Sol). Por efeito dessa rotação, a nuvem vai ganhando a forma de um globo que concentra em seu núcleo, a maior parte da massa e poeira. Esse disco torna-se cada vez maior, mais quente e se condensa cada vez mais.
O calor que isso resulta, dá inicio à transformação do hidrogênio em hélio. Através desse processo, em que é liberado energia, desencadeia-se uma série de reações termonucleares que ativam o núcleo da nuvem surgindo assim, uma estrela.
Enquanto tudo isso ocorre no núcleo... Na parte mais externa, as nuvens também se condensaram até formar pequenas massas. Essas massas se transformam nos planetas, todas elas presas pela força maior do Sol, girando ao seu redor.

O PROCESSO CONTINUA

O processo, que a aproximadamente 5 bilhões de anos atrás deu origem ao sistema solar, continua... Estrelas semelhantes ao Sol nascem em muitos locais da galáxia, principalmente na nebulosa de Órion, a cerca de mil anos luz da Terra. Essas estrelas e seus planetas são irmãos do sistema solar, pois o Sol emergiu do cinturão de Guold, do braço da espiral de Órion.
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br
Sistema Solar

UMA ESFERA DE GÁS E PÓ

Há 4,5 bilhões de anos teve início a formação do sistema solar a partir de uma nuvem de gás e pó que entrou em colapso em virtude de seu próprio peso e que, devido a seu movimento de rotação, formou um disco ao redor do Sol que nascia.

UM DISCO EM ROTAÇÃO

O movimento de rotação do sistema solar primitivo prosseguiu, e a matéria sólida presente no disco começou a aglomerar-se. Alguns aglomerados de matéria mediam vários quilômetros. No centro, o Sol liberava uma enorme quantidade de calor que provocou a aglomeração da matéria.

A FORMAÇÃO DOS PLANETAS

No sistema solar exterior, formaram-se quatro grandes massas que deram origem aos planetas gigantes gasosos. sua intensa gravidade favoreceu a constituição de densas atmosferas. mais próximos do Sol formaram-se os planetas terrestres.

O SISTEMA SOLAR ATUAL

É composto por nove planetas que viajam em torno do Sol descrevendo órbitas estáveis. A maioria deles possui satélites naturais. Os asteróides e os cometas são resíduos do sistema solar primitivo.

ORIGEM DO SISTEMA SOLAR

O sol e o sistema solar tiveram origem há 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que girava ao redor de si mesma. Sob a ação de seu próprio peso, essa nuvem se achatou, transformando-se num disco, em cujo centro formou-se o sol.
Dentro desse disco, iniciou-se um processo de aglomeração de materiais sólidos, que, ao sofrer colisões entre si, deram lugar a corpos cada vez maiores.
A composição de tais aglomerados relacionava-se com a distância que havia entre eles e o sol. Longe do astro, onde a temperatura era muito baixa, os corpos congelaram; perto dele, ao contrário, o gelo evaporou, restando apenas rochas e metais.

O SISTEMA SOLAR

O sistema solar é um conjunto de planetas, asteróides e cometas que giram ao redor do sol. Cada um se mantém em sua respectiva órbita em virtude da intensa força gravitacional exercida pelo astro, que possui massa muito maior que a de qualquer outro planeta.
Os corpos mais importantes do sistema solar são os nove planetas que giram ao redor do sol, descrevendo órbitas elípticas, isto é, órbitas semelhantes a circunferências ligeiramente excêntricas.
O sol não está exatamente no centro dessas órbitas, razão pela qual os planetas podem encontrar-se, às vezes, mais próximos ou mais distantes do astro.
Fonte: osistemasolar.vilabol.uol.com.br
Sistema Solar
Sistema Solar
Sistema Solar
O Sistema Solar tem como elemento central uma estrela anã, com cerca de 4.6 bilhões de anos de idade chamada Sol, ao redor da qual orbitam os nove planetas conhecidos, satélites, meteoróides, asteróides e cometas, todos distribuídos numa grande região de quase vinte bilhões de quilometros.
Da nuvem estelar que deu origem a nossa estrela e demais corpos a mais de cinco bilhões de anos atrás, 99,9% de sua massa formou o Sol e o restante 0,1% formou os demais corpos do Sistema Solar.
O estudo aprofundado do Sistema Solar nos permitiu conhecer muito melhor o nosso Sol e a exploração planetária trouxe uma nova visão desse conjunto.
Nosso planeta Terra ocupa uma situação muito especial por ter permitido a manutenção de formas de vida por períodos muito longos, situação essa que nós não encontramos nos demais planetas. Entender o funcionamento do Sistema Solar significa valorizar a Terra e como nós devemos nos comportar de modo a permitir existência profícua dela.
Os planetas do Sistema Solar são divididos habitualmente em dois grupos: Os quatro primeiros a partir do Sol são os planetas terrestres, também chamados de telúricos ou interiores (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte), formados principalmente por rochas e silicatos. Os quatro seguintes são os planetas jovianos ou exteriores (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), formado por gases.
Os planetas terrestres recebem esta denominação pois são planetas sólidos e que possuem superfície rígida. De Júpiter a Netuno, os planetas são gasosos e não têm superfície sólida que se possa pisar sem afundar.
Devido à grande distância e por isso carência de dados, não se pode dar uma classificação exata a Plutão, mas ao que parece ele se enquadra entre os planetas do tipo terrestre. Com o objetivo de estudar esse astro e sua lua Caronte mais profundamente, em janeiro de 2006 os EUA lançaram a nave New Horizons , que deverá atingir o astro em julho de 2015.
O número de planetas também poderá ser aumentado para dez ou onze, devido às recentes descobertas de 2003 UB313 , batizado provisóriamente de Xena e de 2003 VB12, batizado de Sedna .

CARACTERÍSTICAS

Os planetas do grupo terrestres apresentam massa pequena, densidade elevada, distância do Sol pequena, poucos ou nenhum satélite e são compostos de elementos pesados.
Os planetas jovianos apresentam massa elevada, baixa densidade, grandes distâncias do Sol, diversos satélites e são compostos de elementos leves, principalmente hidrogênio e hélio
Entre as órbitas de Marte e Júpiter encontra-se o Cinturão de Asteróides e após a órbita de Netuno, outra região, conhecida como Cinturão de Kuiper, agrupa uma série de gélidos asteróides.

MAIS CORPOS CELESTES

Muito além da órbita de Plutão e do Cinturão de Kuiper encontra-se a Nuvem de Oort, o repositório de cometas do nosso Sistema Solar.
Nosso Sistema Solar também apresenta um fenômeno atmosférico frequente: as estrelas cadentes. Quando essas estão no espaço são chamadas de meteoróides. Quando entram em nossa atmosfera passam a se chamas "meteoros" e quando encontrados na superfície da Terra, recebem o nome de meteoritos.
Esse conjunto de cometas, asteróides e meteoróides são classificados como Corpos Menores do Sistema Solar.
Fonte: www.apolo11.com

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Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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