6 de abril de 2012

SIMBOLOGIA DA PÁSCOA - PESSACH DOS JUDEUS

"Pessach" em hebraico, que significa "passagem"
"Pascha" em grego"
 Pachons", em latim
"Pa-Khonsu" em egípcio ("Khonsu" é um epíteto para o deus sol Horus)


Ao contrário da crença popular, a origem da Páscoa não representa a histórica "crucificação" e "ressurreição" de Jesus Cristo.

Entre as civilizações antigas, historiadores encontraram informações que levam a concluir que há milhares de anos atrás, principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera.  

Essa passagem se dá no equinócio de Março. O Sol cruza o equador celeste em dois pontos, que é o primeiro cruzamento, ocorrendo por volta de 21 de março, que é uma data em que no mundo todo, o dia e noite são de igual duração.

Este fenômeno notável é conhecido como Equinócio Vernal, vernal porque este equinócio não é o único do ano, ocorre novamente em setembro.
Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores (primavera, após 21 de março). Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que os castigava, dificultando a produção de alimentos.


No dia 21 de março, também o Sol entra no 1º signo do zodíaco - Áries, que é representado por um carneiro, um dos símbolos da Páscoa, aliás o sacrifício em carne e osso!
Os antigos povos pagãos europeus homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter que quer dizer Páscoa.
Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera - do amanhecer (correspondendo a Ishtar, Astarte, Astoreth e Isis), que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.

Estes antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século XIII, durante o reinado de Eduardo I , o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados. O ovo de chocolate se deu a partir do Séc. XVIII, pelos franceses, em substituição aos ovos duros e pintados.O ovo é um destes símbolos que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos, para os chineses por exemplo, antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a Terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).

Coelho não bota ovo! Mas a figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho, símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. Para os cristãos, a páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois do equinócio de 21 março.

Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Concílio de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sempre entre 22 de março a 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”.
No histórico das deidades, muitos nasceram, morreram e ressuscitaram. A Igreja tem habilmente plantado as sementes da nova fé no antigo parque do paganismo, podemos supor que a celebração da Páscoa de Cristo morto e ressuscitado foi plagiado sobre uma celebração similar da morte e ressuscitação dos deuses Adonis, Krishna, Attis. "

A origem do conto de nascimento, morte e ressurreição de Jesus, tem origem nas histórias pagãs dos “antigos” Deuses


A Páscoa - Pessach dos judeus

De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach (passagem) ocorreu há 3500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas sobre o povo do Egito. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogênitos.

Como recordação desta liberação, e do castigo de Deus sobre o Faraó foi instituído para todas as gerações o sacríficio de Pessach.

É importante notar que Pessach significa “a passagem”, porém a passagem do anjo da morte enviado por Deus, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.

Pessach caracterizava-se por ser uma das três festas de peregrinação ao Templo de Jerusalém feito pelos judeus.
O sacrifício de Pessach constituia-se de uma oferenda: cordeiros ou cabritos, machos, de um ano de idade, e abatidos pela família (era permitido um cordeiro por família) em qualquer lugar no pátio do Templo. Efetuava-se o abate, o sangue era recolhido em recipientes de prata e ouro e derramado na base do altar.

O animal era pendurado e esfolado, e aberto tinha suas entranhas limpas de todo e qualquer excremento. A gordura das entranhas, o lóbulo do fígado, os dois rins com a gordura sobre estes e a cauda até a costela eram retirados e colocados em um recipiente, salgados e queimados sobre o altar.Os levitas entoavam o Halel (louvor em hebraico), que é uma oração judaica baseada nos Salmos 113-118, utilizada como louvor e agradecimento, e repetiam-no (se necessário) até que todos houvessem sacrificado seus animais.
Com a destruição do Segundo Templo, a impossibilidade de haver um local de reunião e sacrifício tornou inviável a continuação dos sacríficios de cordeiros. Inicia-se então a transformação de Pessach em uma noite de lembranças, sem o sacrifício pascal.
“A cada geração cada ser humano deve se ver como se ele pessoalmente tivesse saído do Egito. Pois está escrito: "Você deverá contar aos seus filhos que neste dia, "Deus fez estes milagres para mim, quando eu saí do Egito..."

Há milhares de anos, civilizações antigas comemoravam a passagem do inverno para a primavera (Equinócio de março), tematizavam as festas homenageando Deusas e Deuses.

Comemorações e Deuses não deixam de existir, são substituídos de acordo com os interesses de quem comanda festa.

Jesus não é um personagem histórico, como sabemos, ele simboliza o Sol, é a figura da Era de Peixes, era preciso integrar num determinado período à estória plagiada da morte e ressurreição de Jesus para coincidir com o Equinócio de março, assim como o nascimento do “Salvador” – Sol, acontece no solstício de inverno – astroteologia.

O festejo para os cristão, era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior ao equinócio da Primavera (21 de março), mas isso foi modificado em 325 dc no Concílio de Nicea com a lua imaginária.

Já no Concílio de Antioquia em 341 dc, proibiu aos cristãos a celebração da Páscoa com os Judeus e o Concílio de Laodiceia proibiu os cristãos de observar o Shabbat e de receber prendas de judeus ou mesmo de comer pão ázimo nos festejos judaicos.
Assim, a Páscoa para os cristãos passou a ser exclusivamente, uma comemoração da morte e ressurreição de Jesus Cristo, onde Jesus se sacrifica para salvar os pecados do mundo.

Os sacedortes judeus quanto cativos na Babilônia copiavam o "folclore" e tudo de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas. Quando chegaram em Roma e Alexandria, encontraram ali apenas a prática de uma religião oral, terreno propício para a introdução de novas supertições religiosas, dessa conjuntura nasceu o cristianismo, com grande habilidade o cristianismo caiu no gosto popular penetrando na casa do escravo, do senhor e invadindo até os palácios imperiais.

Jesus Cristo foi uma entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar sequência ao judaísmo devido a destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença.
O cordeiro que servia de alimento na Páscoa apontava para o Cordeiro de Deus (Jesus Cristo) que se sacrificou por nós.(Jo 1.29) O cordeiro que foi imolado e cujo sangue foi passado nas portas das casas simbolizava o sangue do Cristo que seria imolado num madeiro e do qual todos que estão nele são lavados. Assim como os
judeus comemoraram a saída e libertação da escravidão, nós cristãos comemoramos a libertação da nossa alma. (1Co 5:7, Jo 8:32-36 e Mt 11:28).


Na Páscoa da Antiga Aliança se sacrificava um cordeiro toda vez para lembrar dessa passagem. Na páscoa da Nova Aliança não tem mais cordeiro no banquete. Agora é pão e vinho (Carne e sangue). É a ceia que une, em síntese o pão que representa a carne(corpo) do Cristo Filho do homem.


Mas isso ainda pode piorar...
Por volta de 1570 ac aconteceu Êxodo judeu, liderado por Moisés e de acordo com a tradição, os quatro livros do Torá e o livro do Êxodo, foram escritos por Moisés nessa mesma época (1570 ac, há 3581 anos), entretanto estudiosos modernos divergem da autoria por Moisés, sustentam que capítulos foram acrescentados e modificados por sacerdotes após o exílio na Babilônia.


Estão sempre alterando e controlando as informações, diante disso, alguns pesquisadores sugerem que Pessach na verdade é a celebração da última passagem de Nibiru, Nemesis, Planeta X, Hercobulo, planeta Vermelho.

Tudo indica que a severidade do cataclismo depende da distância relativa e do ângulo entre Nibiru e a Terra durante sua passagem).

Na Bíblia é descrito que o “Senhor passou” por sobre o Egito matando centenas de pessoas. Moisés, conduziu seu povo para fora do Egito durante a troca polar, vagou por muitos anos na sombra do vale da morte sob intensa obscuridade vulcânica.

Lembrando que originalmente Pessach significa a passagem do anjo da morte enviado por Deus.  

E isso ocorreu há 3.581 anos. De acordo com Sitchin que traduziu as tabuinhas sumérias, Nibiru - o planeta que cruza - o planeta de passagem - nos visita a cada 3.600 anos, o que torna possível tal teoria.

A história foi corrompida, estilhaçada em milhões de pecinhas que formam um grande quebra-cabeça, são centenas de personagens camuflados, datas que não batem e estórias distorcidas para encobrir a verdade. Estamos juntando os caquinhos que sobraram!
As pecinhas são os links que nos levam a outros links para tentar compreender o contexto geral.

Aprenda sobre os personagens que vêem conduzindo, controlando, manipulando o povo desde o princípio, Ningishzidda /Enoch /Thot /Hórus/Quetzalcóatl/Kukulkan/Viracocha/Pachayachachi/Hermes/Trimegisto/Melquisedeque/Moíses/Jesus e Sananda, são a mesma personalidade em personagens diferentes, que de tempos em tempos conduzem um tipo de "evolução" através da manipulação.

É mais fácil permanecer na zona de conforto e se manter ignorante, porque aprender/conhecer, demanda pesquisa, dá trabalho. O arrebatamento, o resgate, a salvação por terceiros é mais atrativo, não pede esforço, é só seguir as regras do jogo sem compreende-las.

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Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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