17 de outubro de 2012

ASCENÇÃO


A ascensão é a elevação da freqüência vibratória dos nossos campos energéticos, até as oitavas mais elevadas de luz, é o processo de aumento do nosso quociente de luz interior: a fusão com nossa verdadeira natureza. Ascender é reconhecer nossa matriz divina e recuperar a consciência de quem realmente somos.
O processo de ascensão é o nosso caminho de reencontro com Deus, ao mesmo tempo, que trazemos Deus para se manifestar em nossa personalidade. Neste aspecto podemos dizer que a ascensão é na realidade uma descensão, ou seja, é o processo de trazer a luz de nossa mônada (ou presença Eu Sou) para se manifestar e expressar através de nossa personalidade. E com a manifestação da Luz na Terra, estamos realizando nosso propósito divino no planeta.
O planeta Terra está passando atualmente pelo processo da ascensão planetária, que é um processo natural que ocorre a todos os planetas num estado específico de sua evolução quando sua base muda de carbono para silício. Ao mesmo tempo em que sua freqüência fica mais refinada e sua vibração vai chegando a oitavas superiores, os seres que habitam o planeta, são também modificados pela nova freqüência.

Dessa forma, a ascensão pessoal é uma conseqüência da ascensão planetária. E é exatamente isso que estamos vivenciando nos dias atuais.
A ascensão pessoal ocorre com participação ativa ou não do individuo. No entanto, a consciência desse processo pode acelerá-lo e à medida que mais pessoas vão despertando e se voltando para a aceleração consciente do processo de ascensão, os seres humanos vão auxiliando o planeta em sua mudança e isso faz com que a mudança de vibração possa ocorrer sem grandes complicações (cataclismas, desastres, acidentes causados pela natureza se reequilibrando, etc…). Se a freqüência dos habitantes também se eleva juntamente com a do planeta a mudança ocorre de forma harmônica e natural, pois os habitantes dão a sustentação energética que o planeta precisa.
Existem muitos e muitos livros focados em práticas conscientes e sobre o que é necessário para elevar as nossas freqüências vibratórias.
Segundo Dr Joshua David Stone o processo de ascensão se encontra totalmente ligado com o processo de iniciação. “A palavra iniciação provém de uma raiz latina que significa começar. A iniciação pode ser considerada um novo começo, a transformação para uma nova forma de ser”.
Uma analogia utilizada pelo mestre Djwhal Khul é que uma iniciação seria como a passagem através de um portal.
Existem duas maneiras pelas quais podemos definir uma iniciação espiritual – em termos do seu significado ou de sua mecânica subjacente. Se olharmos para o significado interno de uma iniciação, uma boa maneira de defini-la seria dizer que é um processo que nos torna “mais conscientes de nós mesmos como almas encarnadas” segundo DK. A iniciação pode aumentar diretamente esse estado de consciência, ao passo que pode fazer como que esse mesmo estado evolua através da melhora de algum traço ou característica, por exemplo: a capacidade de experimentar o amor incondicional.
Se olharmos para as iniciações em termos de mecânica, uma boa definição é aquela que DK usa nos livros de Alice Bailey, ou seja “uma iniciação é como uma seqüência progressiva de impactos direcionados de energia”.
Do ponto de vista holístico, a iniciação implica uma transformação permanente nos campos de energia dos seus corpos sutis. É importante entender que a iniciação não envolve aprendizado intelectual, é uma mudança permanente na sua estrutura e por tanto, no seu ser. Seguindo a visão holistíca, sabemos que cada um de nós está envolvido por uma seqüência de campos de energia alinhados. Embora a maioria das pessoas não tenha conhecimento desses campos, eles são reais e o seu estado exerce um efeito profundo em nossas consciências e em nossa maneira de ser no mundo – o modo como pensamos, agimos e sentimos em relação a nós mesmos, nosso meio ambiente e às outras pessoas. Sabemos que em nossas vidas diárias até mínimas mudanças em nossa energia podem produzir mudanças significativas em nossos pensamentos e sentimentos. Por exemplo, se estamos deprimidos, podemos ouvir música, fazer exercício físico, ou abrir uma janela para permitir a entrada de uma maior quantidade de oxigênio. O propósito da iniciação é o de produzir uma transformação permanente em seu campo de energia que leva a uma mudança em sua forma de ser no mundo.
A iniciação é um tema de interesse para qualquer um que procure um crescimento pessoal e espiritual. A iniciação se encontra bem no âmago de como o universo está estruturado. Para entender isso antes é preciso compreender um fato básico sobre evolução espiritual: ela nunca tem um fim!
…Uma vez que você percebe que a evolução espiritual não tem fim, se torna claro o que cada um pode ganhar ao receber iniciações de seres que estão bem mais adiante na caminhada espiritual. Por exemplo, o mestre tibetano Djwhal Khul: …..nos escritos canalizados por Alice Bailey, ele fala sobre o seu relacionamento com seu mestre, Kuthumi, de quem recebeu ensinamentos e iniciações. Atualmente, D.K. ainda está recebendo iniciações de Kuthumi e Kuthumi por sua vez ainda recebe ensinamentos e iniciações de seu mestre e assim por diante. Essa grande cadeia de iniciações em última instância se estende por todo o caminho de retorno a Deus, o único ser no universo que não se beneficia de iniciações, pois é a fonte da qual provem a energia para as mesmas.
Não somente nós seres humanos estamos recebendo iniciações, mas também a Terra as está recebendo. As iniciações da humanidade como um todo, se adaptam, se interligam e correspondem às iniciações que a MÃE TERRA, como um todo, está recebendo. E ambas (iniciações da Terra e da humanidade) estão interligados com as iniciações que o nosso sol está recebendo e este está interligado com as iniciações que outras estrelas recebem. O universo por inteiro pode ser visto como uma gigantesca rede de sistemas de iniciação interconectados. A imensidão e a grandeza dessa rede é somente igualada por sua beleza.
Isso não quer dizer que é essencial que todos recebam iniciações. Você pode trabalhar sozinho e evoluir espiritualmente, mas cabe salientar que todos estamos juntos nesse jogo. Essa é a grande lição que o amor tem para nos dar. Não significa que você não possa fazê-lo sem ajuda, mas sim que isso demandaria muito mais tempo.
É bom deixar claro que as iniciações não são um substituto da continuidade do trabalho em prol do nosso crescimento pessoal ou espiritual, embora as iniciações possam acelerar dramaticamente esse crescimento.
“A razão pela qual as iniciações energéticas podem acelerar tão efetivamente o crescimento é porque elas permanentemente concedem uma shakti (uma energia espiritual que se comporta inteligentemente) ao receptor. Todos os benefícios conferidos pela iniciação espiritual se dão por meio das shaktis”.
Existem vários tipos de iniciações espirituais.
Dr. Joshua David Stone descreve em seu livro “Manual Completo de Ascensão”, as iniciações que fazem parte do processo de ascensão. Estas são iniciações espontâneas, são marcos dentro da evolução espiritual e conscientização do ser, para saber e sentir cada vez mais que faz parte do “Tudo que é”!
Existem iniciações espirituais espontâneas, como as descritas por Patrick Zeigler, que podem ser consideradas “sub iniciações” do processo de ascensão; ou seja; elas podem ser definidas como uma ancoragem de energias superiores que possibilitam seu reencontro com sua alma e mônada e aceleram o processo de ascensão. Estas iniciações também ocorrem espontaneamente à medida que a pessoa esta realizando práticas espirituais específicas.
Existem as iniciações que recebemos da linhagem energética de um mestre ou ser espiritual específico. Estas iniciações podem ser recebidas no plano astral ou podem ser recebidas através do veículo de uma pessoa num corpo físico (desde que ela esteja capacitada e autorizada a passar esta energia através de uma iniciação). Uma linhagem é um grupo de seres encarregados da responsabilidade de transmitir iniciações que são particularmente importantes, ou que requeiram uma informação detalhada para serem recebidas com segurança ou para serem efetivamente utilizadas. Uma iniciação de linhagem deve ser recebida de um oficial representativo apropriado da linhagem. Isso também requer algum nível de consciência por parte do receptor sobre o significado da iniciação, de como se beneficiar dela ou de como usá-la. Essas iniciações são na realidade sintonizações em energias especificas que geralmente possibilitam grandes limpezas kármicas, aumento da auto consciência, curas específicas, entre outras coisas, auxiliando e facilitando o caminho espiritual.
As iniciações do processo de ascensão são divididas por DK, Alice Bailey e posteriormente Dr Stone em sete níveis.
Esse sistema de sete níveis serve para avaliar o progresso espiritual de um iniciado e pode também ser interpretado, segundo Jasmuheem como os graus atingidos pelo despertar de uma pessoa no reconhecimento de sua verdadeira identidade.
Existem algumas escolas antigas que utilizam um sistema de 12 níveis, que segundo Dr. Stone podem ser considerados subníveis do grande sistema de sete níveis.
O caminho probatório
Somente quando a alma alcança um certo grau de desenvolvimento, o eu superior e a monada começam a ter um interesse ativo por ela. Aí então, ela assume a responsabilidade pela sua evolução começa a se unir verdadeiramente em propósito com o eu superior.
A alma que está no caminho probatório volta agora sua atenção para o mundo e para a influência do seu eu superior e começa a dar atenção à parte de si mesma que passa pelos ciclos de encarnação nos quatro mundos inferiores. A alma da pessoa também atraia agora a tenção do mestre e do grupo de mestres com o qual esta ligada pelas leis cósmicas. No entanto, devemos observar que, nesse estágio, a pessoa geralmente não tem consciência desse vínculo.

O discípulo aceito:
Esta fase marca o verdadeiro começo no trabalho do discípulo com o mestre. A alma encarnada tende agora à se estabelecer no mundo do serviço. A pessoa tem que manifestar, em sua esfera de influência, as qualidades do amor, da luz, da compaixão e do intento divino. Essas qualidades irão se aprofundar conforme a pessoa avança no processo de ascensão. No entanto, uma vez aceito o discípulo deve dar atenção ao desenvolvimento dessas qualidades superiores em sua vida.
A primeira iniciação:
Esta é na realidade a entrada oficial no caminho da ascensão, que não tem mais volta. A partir daqui o auto domínio é a chave do propósito do discípulo.
Nesta iniciação ele deverá trabalhar o domínio das tendências físicas inferiores básicas: purificação da alimentação, manutenção do corpo livre ao máximo de toxinas, transmutação da luxúria em amor, entre outras coisas.
Aqui a pessoa começa a tomar consciência de si mesma como alma.
A segunda iniciação:
Esta iniciação desenvolve o controle do corpo astral/emocional. Aqui se dedica muito tempo ao domínio dos desejos do ego, para que a pessoa possa se focar somente no Eu Superior. Os desejos egoístas são substituídos pelo desejo de servir, e entra-se num trabalho com a própria natureza emocional e psicológica. Aqui a pessoa necessita tomar consciência de quem ela é, de todos os aspectos do seu eu, aceitá-los e trabalhar os aspectos negativos.
A propósito na segunda iniciação é fundir as metas e desejos pessoais com os do “Todo”. Os estágios iniciais de completa paz interior são um indicativo de que se está alcançando esta meta.
A terceira iniciação:
Esta é a iniciação onde inicia a fusão com a alma, pois nos ligamos diretamente com o Eu Superior. Aqui o domínio do pensamento é o foco central. As formas pensamento têm que se tornar claras e definidas, assim como o nosso propósito. Os pensamentos devem ser dirigidos para os planos superiores. Os iniciados neste estágio precisam aprender a dominar seus próprios mundos de pensamentos ao invés de ser vítimas do pensamento habitual ou das formas pensamento da consciência de massa.
Uma coisa importante nessa iniciação é o cuidado que se deve ter para não cair na reprensão dos pensamentos, pois este é um processo de transcendência e não de repressão. A pessoa precisa aprender a trabalhar com os bloqueios físicos, emocionais e mentais e não negá-los, e isso para muitos é a parte mais difícil.
A quarta iniciação:
Esta iniciação é chamada de “crucificação”, pois todos os parâmetros, dependência e apoios exteriores são retirados ou já não dão mais a satisfação costumeira, e o indivíduo passa a ter que confiar apenas em seu próprio relacionamento consigo mesmo e com Deus. Há um período de sacrifício e desapego profundos nesta iniciação, e aqui a pessoa tem que trabalhar os medos e as perdas.
Aqui o iniciado torna-se a alma e passa a se comunicar com a mesma através do antakarana. Sua própria mônada torna-se seu mestre, guia e professor.
Neste ponto, a visão aumenta aos saltos e pulos e o interesse passa a ser verdadeiramente elevar o mundo, pois a alma sabe que forma uma unicidade com Tudo O Que É. Todos os esforços aqui estão voltados para dissipar os últimos vestígios do karma pessoal, a fim de promover um equilíbrio e ajuste do karma do planeta como um todo.
Aqui o iniciado não é mais uma alma aprisionada, mas sim a própria alma.
A quinta iniciação:
Esta iniciação é chamada de inicio da fusão monádica; é a revelação e ocorre no plano átmico. Aqui a relação estabelecida é entre a alma espiritual individualizada e a mônada. As impressões recebidas vêm diretamente do plano monádico e dos mestres. A vontade de servir assume fundamental importância, pois a visão do iniciado de quinto grau inclui tanto os muitos níveis do reino humano como do espiritual. A pessoa toma total consciência dos papéis desempenhados na evolução da Terra e do universo.
Aqui a pessoa começa a entrar em pleno contato com seu poder pessoal e com o amor e luz.
A sexta iniciação:
Esta é a iniciação da ascensão; que se inicia agora e se completa na sétima iniciação. Na sexta iniciação o discípulo é considerado um mestre do jardim da infância.
Nesta iniciação a mônada e o iniciado fundem-se diretamente. A pessoa sabe verdadeiramente que é o Eu Sou O Que Sou, A Poderosa Presença Eu Sou, sabe que Tudo O Que É é Deus. Aqui a pessoa se vê numa total unicidade, vivenciando o amor incondicional divino e a paz profunda.
Não há como alcançar a sexta iniciação sem fazer o trabalho necessário em todos os níveis do ser. É necessário invocar e ser a Luz e o Amor. É preciso se livrar de toda a carga dos corpos inferiores. É necessária a purificação do eu psicológico profundamente para que não sobrem resíduos.
Mesmo depois dessa iniciação o indivíduo precisa manter vigilância constante de si mesmo, para servir apensa na luz e nunca no ego e na manipulação.
Depois da sexta iniciação permanece tudo aquilo que a alma individual é ou foi. O ego negativo é liberado e o ser se funde com a totalidade. No entanto não é necessário ter medo de perder a si mesmo neste processo, pois como diz DK “… o iniciado é um aspecto consciente daquilo que é parte integrante”; esta é a glória da ascensão para o iniciado de sexto grau.
A sétima iniciação:
Esta iniciação assinala a ascensão plena. Em muitas literaturas é conhecida como a ressurreição. Nela tornamo-nos o nosso pleno Eu completo monádico essencial. Ela é o nirvana das 3° dimensão, a completa liberação, o mais alto estágio do samadhi. A partir daqui não somos mais atraídos pelos mundos inferiores a não ser pela vontade de servir. Neste plano a vontade espiritual encontra plena ativação, entrando em pleno funcionamento ao lado do amor incondicional e da sabedoria. Neste estágio o amor incondicional, as motivações puras e o brilho da própria luz reluzem na aura do iniciado, que agora é um mestre.
Neste nível, é natural o trabalho de auxilio aos alunos do mestre recém formado, que ocorrem geralmente em deslocamentos e visitas aos alunos durante o sono.
É importante frisar que as capacidades avançadas do mestre ascensionado só ficam realísticamente disponíveis após a integração da décima segunda iniciação, quando alcançamos a ascensão a nível planetário.
Ao completar este sétimo nível de iniciação é importante lembrar que o iniciado está somente no final do primeiro nível iniciático. Segundo DK existem 352 níveis de iniciação a serem alcançados para chegar ao que é denominado Iniciação Cósmica ( cada um, sub-dividido em sete sub-niveis). E aqui cabe bem uma citação de Alice Bailey: “cada iniciação alcançada revela apenas iniciações ainda mais elevadas a serem alcançadas, e nunca vem o ponto em que o aspirante (seja ele um homem, um iniciado, um mestre, um choan ou um Buda) possa permanecer numa condição estática, incapaz de um futuro progresso”.
As portas que dão acesso ás iniciações nunca estiveram tão disponíveis em nosso planeta como na época atual. Podemos dizer que o convite à ascensão está sendo feito por Deus.

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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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