30 de julho de 2012

ABRA ESPAÇO PARA ALEGRIA

Conhecer a si mesmo é muito fácil. Você não precisa aprender quem você é, precisa, sim, desaprender algumas coisas.

Primeiro, você tem que desaprender a se preocupar com tudo. Segundo, você tem que desaprender a se preocupar com os pensamentos.

A terceira etapa é uma conseqüência natural – basta observar.

Qualquer lugar serve, o fundamental é começar a observar mais as coisas. Sentado, em silêncio, olhe uma árvore. Não pense e não se pergunte "Que tipo de árvore é essa?" – não julgue se é bonita ou feia, se está verde ou seca. Não deixe que nenhum pensamento crie perturbações, apenas observe a árvore.

Você pode fazer essa meditação em qualquer lugar, olhando qualquer coisa, apenas lembre-se de uma coisa: quando o pensamento vier, coloque-o de lado e continue observando. No começo será difícil, mas logo as pausas começarão a surgir: não haverá nenhum pensamento, mas você extrairá uma grande alegria com essa simples experiência.

A árvore está lá, você está lá e entre os dois há um espaço vazio – sem pensamentos. De repente surge uma grande alegria, aparentemente sem razão alguma. Você aprendeu o primeiro segredo.

Isto tem que ser usado de uma forma mais sutil. Por ser mais simples, eu sugiro que você comece com um objeto. Você pode sentar-se em seu quarto e ficar olhando para uma fotografia – não pense, apenas olhe. Aos poucos, você percebe que a mesa está lá, você está lá, mas não há nenhum pensamento entre vocês dois.

A sensação de alegria é imediata. É a sensação de contentamento que fica reprimida pela profusão de pensamentos.

Comece com os objetos e, quando tiver entrado em sintonia, ao sentir que os pensamentos desaparecem e os objetos permanecem, passe para a segunda etapa. Feche os olhos e volte-se para qualquer pensamento que surgir na tela de sua mente: pode ser uma face, uma nuvem se movendo ou qualquer outra coisa – apenas olhe, sem pensar.

Essa etapa será um pouco mais complicada do que a primeira porque as coisas são ainda mais simples e os pensamentos especialmente sutis. Seja paciente. Pode levar semanas, meses ou anos: depende do seu grau de atenção e entrega.

Um dia, de repente, o pensamento não estará mais lá e você se encontrará sozinho. A grande alegria será mil vezes maior do que da primeira vez, quando você percebeu que a árvore estava lá e o pensamento tinha desaparecido.

Este é o momento de começar a terceira etapa: observe o observador. Os objetos e os pensamentos foram deixados para trás: agora você está sozinho. Seja o observador desse observador. No começo será difícil porque nós só sabemos prestar atenção em algo – um objeto ou um pensamento. Agora não há nada, só o vazio absoluto. Apenas o observador permanece. Você tem que se voltar para si mesmo.

Esta é a chave mais secreta. Você continua sozinho. Descanse nesse instante de solidão e, quando o momento chegar, você saberá, pela primeira vez, o que é a alegria. É você em sua essência. É como voltar para casa.

Você tem que desaprender coisas e pensamentos. Preste atenção no que é mais simples, depois no que é sutil e, finalmente, no que está além do simples e do sutil.


28 de julho de 2012

SE O VÍCIO É CONTRÁRIO A VIRTUDE

O primeiro discute-se assim. ― Parece que o vício não é contrário à virtude. 

1. ― Pois, a unidade é contrária à unidade, como Aristóteles o prova1. Ora, à virtude é contrário o pecado e a malícia. Logo, não o vício, pois este nome também se dá à indébita disposição dos membros corpóreos ou à de quaisquer outras coisas.

2. Demais. ― Virtude designa uma certa perfeição da potência. Ora, o vício não designa nada de pertinente à potência. Logo, não é contrário à virtude.

3. Demais. ― Como diz Túlio, a virtude é uma como saúde da alma2. Ora, à saúde se opõe, mais que o vício, a doença ou moléstia. Logo, o vício não é contrário à virtude.

Mas, em contrário, diz Agostinho, que o vício é uma qualidade que torna má a alma; ao passo que a virtude é uma qualidade que torna bom quem a tem3, como do sobredito resulta4. Logo, o vício é contrário à virtude.

Solução. ― Duas coisas podemos considerar na virtude: a sua essência mesma e aquilo a que ela se ordena. À essência é susceptível o ser considerada diretamente e nas suas conseqüências. ― Diretamente considerada, implica uma certa disposição do sujeito que se comporta segundo a sua natureza. Donde o dito do Filósofo: a virtude é uma disposição do perfeito para o ótimo; e chamo perfeito ao que é disposto segundo a natureza5. ― Considerada nas suas conseqüências, a virtude é uma certa bondade, pois, a bondade de uma coisa consiste em comportar-se de modo conveniente à sua natureza.

E quanto àquilo a que ela se ordena, a virtude é um ato bom, como do sobredito6 claramente se colhe.

Por onde, segundo estas considerações, à virtude se contrapõe tríplice oposição. ― Uma é a do pecado, oposto àquilo a que a virtude ordena, pois, propriamente, ele implica um ato desordenado, assim como o ato da virtude é ordenado e devido. ― Em seguida, a malícia se opõe à virtude, que por essência, implica uma certa bondade. ― Ao passo que o vício se opõe à essência direta da virtude; pois, o vício de qualquer coisa consiste em ela não ter a disposição que lhe convém à natureza. Donde o dizer Agostinho: Chama vício ao que vires faltar à perfeição da natureza7.

DONDE A RESPOSTA À PRIMEIRA OBJEÇÃO. ― As três oposições referidas não contrariam a virtude, à mesma luz. Mas, o pecado lhe é contrário, enquanto ela obra o bem; a malícia, enquanto é uma certa bondade; e o vício, propriamente, enquanto virtude.

RESPOSTA À SEGUNDA. ― A virtude implica não somente a perfeição da potência, que é o princípio da ação, mas também, a devida disposição do sujeito. E isto porque cada ser obra enquanto atual. Por onde, o que deve obrar o bem há-de por força ter em si mesmo boa disposição. E a esta luz o vício se opõe à virtude.

RESPOSTA À TERCEIRA. ― Como diz Túlio, as doenças e as enfermidades são partes da natureza viciosa8. Assim, chama-se doença à corrupção de todo o corpo, como a febre ou coisa semelhante; ao passo que enfermidade é a doença acompanhada de fraqueza; e o vício supõe o dissídio entre as partes do corpo. A doença corpórea porém às vezes existe sem a enfermidade, como quando estamos interiormente mal dispostos, sem que se nos fique impedida a atividade habitual; ao passo que, na alma, conforme diz o mesmo autor, esses dois fenômenos não podem ser separados senão mentalmente. Pois necessariamente, sempre que estamos de interior mal disposto e nutrindo um afeto desordenado, tornamo-nos fracos para obrar como devemos, porque pelo fruto é que a árvore se conhece, i. é, pelas obras, o homem, como diz o Evangelho (Mt 12, 33). Ao passo que o vício da alma, conforme diz Túlio no mesmo lugar, é um hábito ou afeto da mesma, inconstante, durante toda a vida e dissentindo de si mesma. O que se dá ainda sem doença ou enfermidade, como quando, por ex., pecamos por fraqueza ou paixão. Por onde, vício diz mais que enfermidade ou doença, assim como também virtude diz mais que saúde, pois esta se inclui naquela9. Logo, mais convenientemente se opõe o vício à virtude que a enfermidade à doença.


Fonte
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Para mais esclarecimentos
Obs.:Principais antônimos de virtude:
1. fraqueza, desonra, ignomínia, indignidade, infâmia, defeito, mania, intemperança.
Pois bem, se pensarmos em virtudes e defeitos enquanto "características morais", não há nada que obrigue a que sejam circunstanciais. No meu entender, nem sempre as virtudes estão associadas a hábitos. Algumas vezes podem ser consideradas um dom, uma faculdade, trata-se de uma verdadeira inclinação.

27 de julho de 2012

EM QUE MOMENTO DA VIDA VOCÊ CANSOU?

Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível e necessário
"Recomeçar".


Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
é renovar as esperanças na vida e o mais importante...
acreditar em você de novo.


Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado...


Chorou muito?
foi limpeza da alma...


Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia...


Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechaste a porta até para os anjos...


Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora...


Pois é...agora é hora de reiniciar...de pensar na luz...
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.


Que tal um novo emprego? Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado... diferente?
Um novo curso... ou aquele velho desejo de aprender a
pintar... desenhar... dominar o computador...
ou qualquer outra coisa...


Olha quanto desafio...
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.


Tá se sentindo sozinho? besteira...
tem tanta gente que você afastou com
o seu "período de isolamento"...
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para "chegar" perto de você.


Quando nos trancamos na tristeza...
nem nós mesmos nos suportamos...
ficamos horríveis... o mal humor vai comendo nosso fígado...
até a boca fica amarga.




Recomeçar...
hoje é um bom dia para começar novos desafios.


Onde você quer chegar?
Vá alto... sonhe alto... queira o melhor do melhor...
queira coisas boas para a vida...
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos...


Se pensamos pequeno... coisas pequenas teremos...
já se desejarmos fortemente o melhor e
principalmente lutarmos pelo melhor...
o melhor vai se instalar na nossa vida.


E é hoje o dia da faxina mental...
jogar fora tudo que te prende ao passado...
ao mundinho de coisas tristes...
fotos... peças de roupa, papel de bala...
ingressos de cinema... bilhetes de viagens...
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados...


jogue tudo fora... mas principalmente...
esvazie seu coração... fique pronto para a vida...
para um novo recomeço...


Lembre-se somos apaixonáveis...
somos sempre capazes de amar muitas
e muitas vezes... afinal de contas...
Nós somos o "Amor"...

Via facebook, por Tamiris Monteiro
Imagens: palavrasdeosho.com
               jonasabramelin.wordpress.com

26 de julho de 2012

O ANTIGO EGITO E O CALENDÁRIO MAIA

No calendário Maia os dias 23 e 24 de julho, que antecedem o dia-fora-do-tempo, são propícios para meditação, transformação e renovação, sobre o que devemos jogar fora, ao nos desapegarmos do que não nos serve mais, abandonar o que é falso em nossa vidas, e ao mesmo tempo, buscar na essência de nosso ser real aquilo que vale a pena para consolidarmos a presença do espírito divino cada vez mais presente em nossas vidas durante o próximo ano!

O dia 25 de julho, dia-fora-do-tempo no calendário Maia, é um dia especial comemorado pela cultura galáctica do calendário Maia como "o dia do perdão universal". É um dia para se experimentar a total liberação da prisão do tempo. Deve ser comemorado em meditações, cerimônias e eventos espirituais, artísticos e culturais.  

A Cultura MAIA surgiu na América Central 
e sua origem é extraterrestre, das Plêiades.
Por que o início do Ano Novo do Calendário Maia é em 26 de Julho?

O fato de essa data ser a do Ano Novo dos Maias tem base num fenômeno astronômico que se relaciona tanto com o Encantamento do Sonho como com uma profecia dos Chilam Balam; ela corresponde à subida da estrela SÍRIUS, principal estrela da Constelação do Cão Maior (Canis Major), a mais brilhante nos céus da terra, minutos antes do nascer do Sol no amanhecer do dia 26 de julho, fenômeno conhecido como o nascimento HELÍACO DE SÍRIUS o que ocorre anualmente a 26 de Julho.

Este auspicioso alinhamento anual de SÍRIUS com o Sol - que marca também o início do novo ano do calendário Maia de 13 luas - assegura a propagação de luz e da abundância sobre a Terra ”E TAMBÉM INICIAVA O ANO NOVO NA CULTURA DO Egito antigo”.
ÍSIS atrás do trono de Osíris, 
segurando o ANKH, o símbolo da vida.
No Egito antigo marcava o inicio da celebração de um novo ano e o princípio das cheias do Rio Nilo, que trariam abundância pela fertilização de suas margens. Durante sete dias (uma semana), a divindade principal homenageada era ÍSIS a principal deusa do panteão egípcio, a esposa e irmã do Faraó e o verdadeiro poder (o poder da deusa) por trás de seu trono e cuja representação nos céus é a própria estrela SÍRIUS.

O Faraó era representado nos céus pela constelação de ÓRION (Princípio Masculino). Sendo a estrela fixa mais brilhante do céu, SÍRIUS é, há muito tempo, vista como elo de ligação, o acesso a um estado de consciência mais elevado que auxiliaria na aceleração da evolução do nosso planeta e da humanidade cuja energia fundamental está associada ao Princípio Feminino do Divino, à energia da deusa: ÍSIS.
ÍSIS, o verdadeiro "PODER" do Faraó 
e de seu reinado 
(a MÃE da Luz e de todos os Sóis).
O que é o Dia Fora do Tempo no calendário Maia?

O Dia Fora do Tempo, anualmente lembrado com festivais desde 1992 a nível global, cai sempre a 25 de Julho. No Calendário Maia de 13 Luas, este dia não é dia de mês nem dia de semana. Está entre o dia que fecha um ano (24 de Julho) e o dia que abre o ano seguinte (26 de Julho). Este dia é dedicado a festividades, à comunidade, à volta da união com o planeta. Os pontos focais são: parar o trabalho de todos os dias e atestar a verdade que afirma que "O Tempo é Arte!".

A Paz Planetária através da Cultura, perdão, reparação, perdão de dívidas, purificação, a Arte da Paz, a liberdade de estar vivo. É uma oportunidade para se vivenciar a verdadeira atemporalidade e a amorosa bondade.

Quer seja em reuniões públicas ou em círculos privados ou em introspectiva meditação este dia é um momento de catarse do ano que passou e de preparação para o ano que se inicia, uma forma perfeita para convidar as pessoas à harmonia do Calendário das 13 Luas.
A Estrela SÍRIUS

SÍRIUS, a estrela mais brilhante do céu noturno, cintila com uma cor branco-azulada e tem uma magnitude visual aparente de -1,46, aproximadamente duas vezes mais luminosa que Canopos , a 2ª mais cintilante/brilhante do firmamento noturno. O nome “SÍRIUS” vem do grego antigo “Seirios” (ardente, abrasador).

SÍRIUS pode ser observada a partir de quase todas as regiões habitadas da Terra, exceto daquelas acima de 73 graus ao norte.

Sua Ascensão Reta (AR) é 6h45m e Declinação (D) é de 16º 42’. Juntamente com Prócyon (Cão Menor) e Betelgeuse (ÓRION), SÍRIUS forma os 3 vértices do Triângulo de Inverno (do Hemisfério Norte) ou de Verão (Hemisfério Sul). SÍRIUS eventualmente pode ser até vista a olho nu durante o dia, sob determinadas condições favoráveis.
SÍRIUS na Constelação do Cão Maior, 
a mais brilhante estrela do céu terrestre.
SÍRIUS nos céus dos povos arcaicos

SÍRIUS, pelo seu esplendor atraiu todos os olhares e monopolizou as atenções de povos arcaicos não apenas por ser a mais brilhante estrela do céu noturno como, porque isolada, não tinha ao seu lado estrelas notáveis segundo o astrônomo Rubens de Azevedo.

Deificada, SÍRIUS foi astronomicamente a pedra basilar do panteão do Antigo Egito (3.200 a.C a 30 d.C) pois era a corporificação de ÍSIS, irmã e esposa de Osíris, personificado pela constelação que chamamos de Órion.
 
A Grande Pirâmide do Egito esta alinhada com a Estrela Alnitak, 
do Cinturão de ÓRION, SÍRIUS e outra Constelações.
No Egito dos faraós a coincidência entre o nascimento helíaco de SÍRIUS (em grego Sóthis), a cheia fertilizadora do Nilo e o solstício de verão fez com ele fosse adotado como início de um novo ano - o ano Sótico.

O termo “canícula”, alude à constelação de Cão Maior e sua estrela SÍRIUS (Canicula) e se refere à época do ano de dias com calor abrasador e sufocante, os “dies caniculares” dos antigos romanos (753 a.C- 476 d.C).
Este alinhamento de SÍRIUS com o Sol (o nascimento helíaco de SÍRIUS) - também marca o início do ano novo do calendário de 13 luas do sacerdote egípcio Thoth - assegura a propagação de luz e de informação em abundância sobre a Terra para àqueles que estão em busca de sua evolução. Sendo a estrela mais brilhante do céu, SÍRIUS é vista por todas as antigas civilizações como a conexão com um estado de consciência mais elevado que auxilia na acelaração da evolução do nosso planeta e que está associada ao Princípio Feminino do Divino (ÍSIS no Egito).

SÍRIUS “desaparece” durante 35 dias antes e 35 dias após a conjunção com o Sol, ofuscada pelo brilho deste. Há uma invisibilidade desta estrela durante 70 dias antes dela surgir, visualmente, no seu nascimento helíaco em 26 de julho.
 

Constelação de  ÓRION, as três estrelas centrais são chamadas de Três Marias no Brasil 
e determinam o alinhamento das Três Pirâmides na Planície de Gizé, no Egito.
Os sacerdotes egípcios demoravam igual número de dias a preparar um corpo para o embalsamamento.

A linguagem do ciclo estelar correspondia à linguagem do rito funerário. Atualmente, no mês de julho, algumas comunidades esotéricas comemoram festivamente o nascimento helíaco de SÍRIUS com rituais, rufar de tambores, fogueiras e danças, mas quase que sem exceção, sem o devido conhecimento do que realmente estão celebrando.
Thoth
Todas as nações indígenas da América do Norte, os índios peles vermelhas, assim como os antigos chineses, hindus, caldeus, babilônicos, sumerianos, assírios, hebreus, os Dogons da África, e demais povos da antiguidade, também veneravam e faziam celebrações a essas constelações e estrelas, como SÍRIUS, ÓRION e PLEIÂDES.
AS PLÊIADES. A principal estrela é Alcyone e a segunda em brilho é MAIA.
Os grandes templos desses povos antigos eram construídos voltados para o leste, para que no dia 26 de julho de cada ano, no dia do nascimento helíaco de SÍRIUS um raio de luz dessa estrela penetrasse no âmago do templo, local conhecido como "Sanctun Santorum" (O Santo dos Santos), existente nas pirâmides e em vários outros templos egípcios, principalmente dedicados à ÍSIS. Para esses antigos povos e seus iniciados, esse era o momento mais sagrado de todos os dias do ano inteiro.

Fonte e imagens

25 de julho de 2012

PACIÊNCIA

SABEDORIA DOS ANJOS com Sharon Taphorn


5 de Julho de 2012.


PACIÊNCIA


Seus sonhos estão se tornando realidade


Permaneça otimista e positivo. Siga a sua orientação e confie que as suas preces serão atendidas. Desligue-se da forma como eles ocorrem, esteja aberto a todas as possibilidades e saiba que se parece haver um período de espera, é que está havendo um alinhamento com todas as oportunidades que você escolhe e experiencia. Como o diretor de uma peça, nós montamos situações baseadas em sua escolha e a responsabilidade é sua de decidir que direção gostaria de tomar. Mantenha a sua mente e o seu coração abertos para as opções que estão disponíveis a você agora.


Assuma uma atitude de aceitação, relaxe e faça um balanço enquanto estiver esperando. Saiba que estamos realmente trabalhando diligentemente em seu interesse. Se sentir que a sua confiança está diminuindo, peça aos seus anjos para aumentar a sua fé. Pois estamos sempre com você: relaxe e se sinta seguro, guiado e confortado. Confie em si mesmo e em seus sonhos.
Afirmação: “Acredito em mim mesmo e em minha habilidade de criar aquilo que desejo. Tenho todas as ferramentas que preciso para atingir os meus objetivos.”
Tenha um dia abençoado e saiba que você é amado e apoiado sempre,


Os Anjos


Direitos Autorais 2011


A permissão é concedida para cópia e redistribuição da Sabedoria Angélica, sob a condição de que o conteúdo permaneça completo, que todos os créditos sejam dados à autora e que seja distribuído gratuitamente.

Via facebook, por Anjo de Luz
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23 de julho de 2012

NOSSO MEDO MAIS PROFUNDO

Nosso medo mais profundo...


Nosso medo mais profundo
não é o de sermos inadequados.


Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida.


É a nossa luz, não as nossas trevas,
o que mais nos apavora.

Nós nos perguntamos:
Quem sou eu para ser Brilhante,
Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?

Na realidade, quem é você para não ser?
Você é filho do Universo.

Se fazer pequeno não ajuda o mundo.

Não há iluminação em se encolher,
para que os outros não se sintam inseguros
quando estão perto de você.

Nascemos para manifestar a glória do Universo

que está dentro de nós.

Não está apenas em um de nós: está em todos nós.

E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas
permissão para fazer o mesmo.

E conforme nos libertamos do nosso medo,
nossa presença, automaticamente, libera os outros!!!



Créditos para a taróloga Ana Paula via Sonia Maria Almeida.
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21 de julho de 2012

LUZ DO CORAÇÃO

No centro de cada coração humano há uma luz que brilha como milhões de sóis e, ainda que não sejamos capazes de enxergá-la, pois somos cegos espirituais, pressentimos ser importante, valiosa e vivemos em busca de confirmar esse valor que pressentimos.

Normalmente, em vez de corroborar nosso valor nessa luz divina a buscamos nos reflexos e sombras distorcidas, e ficamos nos auto-proclamando início e fim do Universo, como se a Vida tivesse começado com nossos nascimentos e fosse terminar com nossos falecimentos. Que tolice!

Essa luz divina oculta no coração não é um bem particular, é o princípio do Infinito, e só pode ser enxergada desenvolvendo a visão divina, que é justamente a que vai além da cegueira que dá mais importância a cada uma das partes por separado do que ao todo do Infinito.

Por isso, teremos verdadeira importância quando percebamos que a luz divina oculta no coração é a mesma para todos e que irradia seu brilho glorioso e feliz quando se vive o espírito de fraternidade, não antes nem depois.

Enquanto isso, o que temos por aí são paródias de pessoas fazendo o possível para ser mais importantes e valiosas do que as outras, sem saber que quanto mais se esforçam nesse sentido, mais miseráveis elas se tornam e mais miséria elas disseminam ao seu passo.

Nesse âmbito distorcido, quem se sente importante quer que o mundo lhe preste serviço.

Através da visão divina, quem descobre e transborda a luz do coração, vê o divino em tudo e se dedica a prestar serviço eternamente a tudo e a todos.



SINCRONIA Luz do coração
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20 de julho de 2012

A TERRA ESTÁ ENGORDANDO

Por Harpa Sagrada

Percebemos que aquilo que é considerado pouco em relação ao nosso planeta acaba fazendo uma grande diferença. No primeiro volume da Harpa Sagrada postamos que o planeta estaria insuflando, e a Terra rachando.


Para começar, a Terra nunca foi perfeitamente redonda, devido à sua rotação. Assim como a saia de uma patinadora no gelo tremula mais para longe de seus patins durante uma pirueta, a água na Terra é mais concentrada no equador do que nos pólos.Como muitos de seus habitantes, a Terra está ficando mais espessa. Segundo um novo estudo, isso é devido ao derretimento de gelo na Groenlândia e na Antártica.


Há 22 mil anos atrás, vários quilômetros de gelo cobriam grande parte do hemisfério norte. Uma vez que a pressão feita pelo gelo reduziu por causa de seu derretimento, a terra abaixo dele se “recuperou”, fazendo com que o planeta se tornasse mais esférico.


Os cientistas haviam observado a protuberância encolhendo há anos, mas de repente algo mudou. Em meados da década de 1990, eles notaram que a tendência se inverteu e a Terra foi ficando mais gorda, como uma bola espremida na parte superior e inferior – só que até recentemente não tinham as ferramentas para entender o porquê.


A gravidade depende da massa, portanto, quaisquer alterações à forma da Terra muda a distribuição de sua massa e seu campo de gravidade.


Dados de satélites, que fazem medições exatas do campo gravitacional da Terra, permitiram aos pesquisadores testar uma teoria de que a perda de gelo foi mudando a forma do planeta. Eles tiraram fotos da superfície da Terra a cada 30 dias, monitorando mudanças na massa de gelo e comparando-as com as mudanças nos campos gravitacionais.


Eles descobriram que o derretimento das geleiras da Groenlândia e da Antártica foram de fato os maiores contribuintes para o crescimento do pneuzinho da Terra. As duas regiões, juntas, estão perdendo um combinado de 382 bilhões de toneladas de gelo por ano. A massa reduzida nos continentes permitirá ao planeta voltar a ser mais redondo, mas esse processo levará milhares de anos. Entretanto, a Terra já está crescendo cerca de 3 centímetros por década.


O raio do planeta é cerca de 21 quilômetros maior no equador do que nos pólos agora. Isto significa que o ponto da superfície da Terra mais afastado do seu centro não é o cume do Everest, mas sim o topo de um vulcão equatoriano.


Tudo isto é mais um forte sinal de que o planeta está mudando. É também outro forte indicador do que está acontecendo no clima. A conclusão é essa mesmo: a Terra está engordando.


[LiveScience]
Imagens: ecronicas.com
               redecol.com.br

18 de julho de 2012

SONDA DETECTA CAMADA DE OZÔNIO EM VÊNUS



Até agora, cientistas só tinham detectado camadas de ozônio nas atmosferas da Terra e Marte. A nova descoberta em Vênus foi uma surpresa, e pode ajudar os astrônomos a aperfeiçoarem a busca por vida em outros planetas.Cientistas descobriram que Vênus tem uma fina camada de ozônio, centenas de vezes menos densa do que a da Terra. A descoberta foi feita pela sonda Venus Express, da Agência Espacial Europeia (AEE).

A camada de ozônio de Vênus se estende por 100 quilômetros, sendo cerca de três vezes maior do que a altura dessa camada em nosso planeta.
O ozônio – uma molécula com três átomos de oxigênio – é formado quando a luz solar quebra o dióxido de carbono na atmosfera de Vênus para formar moléculas de oxigênio. Na Terra, o ozônio absorve grande parte de raios solares nocivos, impedindo-os de chegar à superfície, e é formado de maneira semelhante.
Alguns astrobiólogos afirmam que a presença de oxigênio, carbono e ozônio na atmosfera indicam a existência de vida na superfície de um planeta. A nova descoberta nega esse pressuposto – a mera presença de oxigênio em uma atmosfera não é uma evidência suficiente de vida.
No entanto, a presença de grandes quantidades desses gases, como na atmosfera terrestre, ainda é uma boa pista de vida em outros planetas.

[BBC]



Do blog: O Mundo da Harpa Sagrada

16 de julho de 2012

CAOS MENTAL


Quanto mais o homem se esforça para explicar o inexplicável, mais se afasta da sua verdade pessoal! Quanto mais o homem teima em exercer poder sobre o próximo, menos consciência tem da importância que é a união! Quanto mais o homem, evita observar o mundo e tudo o que o rodeia de uma forma natural e simples, mais se aproxima da confusão e do caos mental!!!


Via facebook:

12 de julho de 2012

A VIDA



Por Lis Tinen
"A vida sempre se me afigurou uma planta que extrai sua vitalidade do rizoma; a vida, propriamente dita, não é visível, pois jaz na rizoma. O que se torna visível sobre a terra dura só um verão, depois fenece... Aparição efêmera. Quando se pensa no futuro e no desaparecimento infinito da vida e das culturas, não podemos nos furtar a uma impressão de total futilidade; mas nunca perdi o sentimento da perenidade da vida sob a eterna mudança. O que vemos é a floração, e ela desaparece. Mas o rizoma persiste." (Jung)
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10 de julho de 2012

AS ORIGENS DAS DOENÇAS

Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão!

por Amarilis Amaral Torres Sanches

Sempre que estamos doentes, necessitamos procurar dentro de nossos corações para descobrirmos quem precisamos perdoar.

O conhecido livro Course in Miracles (Um curso em milagres) diz: "Toda
doença tem origem num estado de não-perdão" e "Sempre que ficamos
doentes, precisamos olhar à nossa volta para vermos a quem precisamos
perdoar".


Eu acrescentaria a isso que a pessoa a quem você
achará mais difícil perdoar é a DA QUAL VOCÊ MAIS PRECISA SE LIBERTAR.
Perdoar significa soltar, desistir. Não tem nada a ver com desculpar um
determinado comportamento. É só deixar toda a coisa ir embora. Não
precisamos saber como perdoar. Tudo o que necessitamos fazer é estarmos
dispostos a perdoar. O Universo cuidará dos "como".


Compreendemos
bem demais nossa própria dor. Como é difícil para a maioria de nós
compreendemos que eles, sejam lá quem forem, que mais precisam de nosso
perdão, também estão sofrendo dor. Precisamos entender que eles estavam
fazendo o melhor que podiam com a compreensão, a consciência e o
conhecimento que tinham na época.

Quando alguém vem a mim com um
problema, não importa qual seja - má saúde, falta de dinheiro,
relacionamentos insatisfatórios, criatividade sufocada -, trabalho
unicamente numa só coisa, ou seja, em amar o eu.


Aprendi que, quando realmente amamos, aceitamos e aprovamos a nós mesmos exatamente como somos, tudo na vida funciona.
É
como se pequenos milagres estivessem em todos os cantos. Nossa saúde
melhora, atraímos mais dinheiro, nossos relacionamentos tornam-se mais
satisfatórios e começamos a nos expressar de forma plena e criativa.
Tudo parece acontecer sem nem mesmo tentarmos.


Amar e
aprovar a si mesmo, criar um espaço de segurança, confiança, merecimento
e aceitação resultará na criação da organização da sua mente, criar
relacionamentos mais amorosos em sua vida, atrair um novo emprego e um
novo e melhor lugar para viver, e até permitir que seu peso corporal se
equilibre. Pessoas que amam a si mesmas e aos seus corpos não se
prejudicam nem prejudicam os outros.


A auto-aprovação e a
auto-aceitação no aqui e agora são as principais chaves para mudanças
positivas em todas as áreas de nossas vidas.

O amar a si mesmo,
amar o eu, começa com jamais nos criticarmos por nada. A crítica nos
tranca dentro do padrão que estamos tentando modificar. A compreensão e
os sermos gentis conosco mesmos nos ajudam a sair dele. Lembre-se, você
esteve se criticando por anos e não deu certo. Tente se aprovar e veja o
que acontece.




Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo.
Acredito num poder muito maior do que eu que flui através de mim cada momento de cada dia.

Abro-me à sabedoria interior, sabendo que existe apenas Uma Inteligência neste Universo.
Desta Inteligência vêm todas as respostas, todas as soluções, todas as curas, todas as novas criações.

Confio
nesse Poder e Inteligência, sabendo que seja o que for que eu precise
saber é revelado a mim e que seja o que for que eu precise vem a mim na
hora, no espaço e na sequência certos.

Tudo está bem no meu mundo.

Fonte: Louise Hay - Você Pode Curar a a Sua Vida
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8 de julho de 2012

ATRAVESSANDO A PONTE - DE CORAÇÃO A CORAÇÃO...

(Falando de Algumas Coisas Invisíveis e de Sintonia Espiritual)


O Amor é a ponte que interliga os corações...
No entanto, poucos a atravessam realmente.
Porque é preciso coragem para seguir em frente...
É como uma canção: precisa de alma para senti-la chegando.
Ou, talvez, seja como um toque sutil - que revela tudo.
Mas é preciso ser forte para compreender tal grandeza.
Porque é tremendo o poder de transformação do Amor!
E muitos titubeiam na jornada - tergiversando o próprio sentir.
Então, formam-se nós psíquicos, que apertam o coração.
E o resultado disso é a dor - e os bloqueios na ponte.
E, quando a Luz é sufocada pelo ego, surgem os verdugos (1).
E eles se alimentam dos dramas acalentados pelas pessoas.
Para eles, a dor de alguém é como uma droga - é motivo de regojizo.
E sua especialidade é colocar mais bloqueios na ponte afetiva.
E, na calada dos seus desejos sórdidos, eles riem desbragadamente.
São exploradores da dor alheia e se alimentam dos rebotalhos emocionais.
E eles não suportam a Luz. Por isso, detestam o Amor - e detonam a ponte.
Porque é tremendo o poder de transformação do Amor!
E Amor chama o Amor - e faz a Luz acontecer no coração - iluminando a ponte.
Mas é preciso coragem - e fé! Para seguir em frente... E ser digno da jornada.
E, onde o Amor faz sua morada, os agentes extrafísicos trevosos não chegam.
Porque a Luz expõe suas maldades e dissolve suas conjunções negativas.
E faz a ponte se encher de virtudes e das coisas portentosas do Todo (2).
Portanto, atravessar é preciso... Com Paz e Luz.
P.S.:
Coragem diante das provas.
Fé e compreensão na jornada...
E passos virtuosos na ponte.
(Quem ama realmente, conhece a ponte - de coração a coração... E sabe que não são necessárias mais palavras, quando o Amor diz tudo.)

6 de julho de 2012

AMOR E CENTRAMENTO SÃO A MESMA COISA

Pergunta a Osho:

 Como uma mulher pode se apaixonar e ainda assim permanecer centrada em si mesma e preservar a própria individualidade? Essa pergunta tem muitas implicações. Primeiro, você não entendeu o que significa estar centrado. Segundo, você também não viveu a experiência do amor. Posso dizer isso com absoluta autoridade, pois a sua pergunta fornece todas as evidências do que estou dizendo.

Amor e centramento são o mesmo fenômeno, não dois diferentes. Se você conheceu o amor, só pode estar centrada. Amar significa estar de bem com a existência. Isso pode acontecer por meio de um amante, por meio de um amigo ou de maneira direta e imediata — por meio do nascer do sol, do pôr do sol.

A própria experiência de amar deixará você centrada. Essa tem sido toda a filosofia dos devotos ao longo das eras. O amor é a ciência deles; o centramento é o resultado.

Mas existem pessoas — e só existem dois tipos de pessoas — que são dominadas pela lógica. O coração delas não se desenvolveu ainda. E existem pessoas cujo coração está florindo e a razão, a racionalidade só funcionam como servos do coração.

A desgraça do homem é que ele está tentando fazer o impossível: está tentando forçar o coração a servir a mente, o que é impossível. Esse é o seu caos, a sua complicação.

Essa pergunta surgiu da experiência comum a que chamam de amor. Não se trata de amor, ela só é chamada de amor — é só um vislumbre, uma amostrinha, que não vai nutrir a pessoa. Pelo contrário, esse amor vai se tornar um estado patológico, porque num momento você está no ápice e tudo está simplesmente maravilhoso e no outro tudo está negro e nada parece ter sentido na sua vida.

Todos esses momentos de amor parecem saídos de um sonho ou talvez sejam frutos da sua imaginação. E esses momentos sombrios andam de mãos dadas com os momentos mais belos. Essa é a dialética da mente humana. Ela funciona por meio de opostos.

Você amará um homem, mas por razões absolutamente equivocadas. Você amará o homem, ou a mulher, porque está carregando dentro de você uma imagem do outro. O menino se inspirará na mãe e a menina, no pai.

Todos os amantes estão em busca da mãe e do pai — em última análise, todos estão em busca do útero e do seu estado belo e relaxado.

Do ponto de vista psicológico, a busca eterna pela moksha, a libertação suprema, a iluminação, pode ser reduzida ao fato psicológico básico de que o ser humano já conheceu o estado mais belo e pacífico que existe antes de nascer. Agora, se algo maior não acontecer na vida dele, uma exposição ao divino, ao universal, ele se sentirá infeliz, porque — inconscientemente — a todo instante haverá um julgamento.

Ele sabe que viveu durante nove meses e, lembre-se de que, para a criança que está no útero, nove meses são quase uma eternidade, porque ela não sabe contar, ela não tem relógio. Cada momento é completo em si mesmo. Ela não sabe que haverá outro em seguida, por isso cada momento é uma surpresa. E sem preocupações, sem nenhuma tensão com respeito à comida, roupas, abrigo, ela está absolutamente à vontade, relaxada, centrada. Não há nada que a distraia do centro.

Não há ninguém nem mesmo para dizer olá.

Essa experiência de nove meses de centramento, de imensa alegria, paz, solidão.., o outro não está mais ali; o mundo se resume em você, você é o todo. Nada está faltando, tudo é suprido pela natureza, sem que seja necessário nenhum esforço da sua parte.

Mas a vida confronta você de uma maneira totalmente diferente — antagonicamente, competitivamente. Todos são seus inimigos, porque todo mundo está competindo; todo mundo é seu inimigo porque todo mundo tem os mesmos desejos, a mesma ambição. Você está sujeito a entrar em conflito com milhões de pessoas.

É por causa desse antagonismo interior que todas as culturas do mundo criaram um certo sistema de etiqueta, de familiaridade, de formalidade, e enfatizam continuamente esse sistema para a criança: "Você tem que respeitar o seu pai".

Todas as culturas do mundo inteiro, ao longo de toda a história, por que todas elas insistem que a criança tem que respeitar o pai? Existe a suspeita de que, se ela for deixada por si mesma, ela não vai respeitar o pai; isso é evidente, é pura lógica. Na verdade, a criança vai odiá-lo. Toda menina odeia a mãe.

Para esconder esse ódio — porque será muito difícil viver numa sociedade em que todas as feridas estão à mostra e todo mundo anda por aí com as feridas abertas —, um certo ethos, uma moralidade, um certo estilo de vida tem que encobri-las e mostrar justamente o oposto: que você ama a sua mãe, que você ama e respeita o seu pai.

Lá no fundo acontece exatamente o oposto.

Você foi dividido em dois pela sociedade. A parte falsa é merecedora de todo respeito, porque o falso é criado pela sociedade. Ao real é negado qualquer respeito, porque o real vem da natureza, que está além do controle de qualquer sociedade, cultura ou civilização.

Toda criança tem que ser treinada para mentir, tem que ser programada de modo a ser subserviente à sociedade, de modo a ser um dócil escravo. Todas as sociedades quebram a espinha de todas as crianças, por isso elas ficam sem eixo, sem personalidade. Não podem erguer a voz, não podem questionar nada. A vida delas simplesmente não lhes pertence.

Ela ama, mas o seu amor é falso. Desde o início, dizem que ela tem que amar a mãe, "porque ela é a sua mãe" — como se a condição de mãe tivesse alguma qualidade intrínseca ou implicasse na obrigação de que você devesse amá-la. Mas existe a aceitação geral de que a mãe tem que ser amada.

A minha ênfase é que a mãe seja amorosa e que jamais se diga a nenhuma criança que ela tem que amar alguém, a não ser que esse amor brote naturalmente. Sim, a mãe, o pai, a família pode criar um ambiente sem dizer coisa alguma; toda a energia pode gerar, pode desencadear as suas forças interiores de amor.

Mas nunca diga a ninguém que o amor é um dever. Ele não é. O dever é um falso substituto do amor.

Quando você não consegue amar, a sociedade o supre com deveres. Eles podem ter a aparência de amor, mas por dentro não existe amor nenhum; pelo contrário, só existe formalidade social.

E você fica tão acostumado com as formalidades sociais que se esquece completamente de que existem coisas prestes a acontecer na sua vida, mas você está tão ocupado que não lhes dá espaço, não permite que o amor floresça dentro de você.

Por causa disso, você não sabe que centramento e amor são a mesma coisa.

O centramento atrai mais o intelectual. Não é preciso acreditar em nada; não há ninguém a quem você precise se render.

É por causa do outro que todo caso de amor termina em tragédia. Na literatura indiana, não existem tragédias. Nos meus tempos de estudante, eu perguntava para os meus professores, "Por que não existem tragédias na literatura indiana?" E nem um único mestre ou professor foi capaz de me dar uma resposta convincente. Eles simplesmente davam de ombros e diziam, "Você é estranho; faz cada pergunta! Estou nesta universidade há trinta anos e ninguém nunca me fez essa pergunta".

Eu dizia, "Para mim parece óbvio que a questão tem raízes profundas na cultura". Em todos os países, com exceção da Índia, existem tragédias — lindas histórias, romances, ficção — mas na Índia não existem. E isso porque a Índia é uma terra mais antiga que as outras. O povo aprendeu muitas coisas com a experiência, e uma delas é que não se deve falar do que não deveria existir; por isso não se fala em tragédias.

Essa lógica é compreensível. Se o ser humano sentir que a vida é sempre uma comédia, existe a possibilidade de que ele possa continuar enganando a si mesmo. Ele pode nunca contar a ninguém sobre os seus problemas, porque acha que ninguém tem problemas. Por que se expor ao ridículo? Se existe algo errado com você, não comente a respeito. Para que se expor a uma sociedade cruel que simplesmente rirá de você e provará que você é um idiota e não sabe viver?

Mas a coisa não é tão simples. Não se trata apenas de saber viver. É uma questão de, primeiro, deixar de lado tudo o que é falso em você.

O falso vem de fora. E quando tudo o que é falso é deixado de lado e você fica absolutamente nu diante da existência, o real começará a crescer em você. Essa é uma situação que precisa ser fomentada para que o real cresça, floresça, e lhe traga o significado supremo e a verdade da vida.

É preciso lembrar: você pode começar se centrando — no momento em que se centra você percebe subitamente que um amor imenso está fluindo — ou pode começar amando.

E no momento em que o seu amor não tiver ciúme, não tiver condicionamentos, mas for apenas o compartilhar da dança do coração, você viverá o centramento.

São os dois lados da mesma moeda. O centramento é um método mais intelectual, mais científico. O amor tem uma fonte diferente dentro de você — o seu coração. Ele é mais poético, mais estético, mais sensível, mais feminino, mais bonito. E é mais fácil do que se centrar.

A minha sugestão é: primeiro livre-se de todas as ideias falsas sobre o amor. Deixe que alguma coisa real cresça dentro de você e o centramento estará a caminho, a iluminação estará a caminho. Mas, se você achar muito difícil começar pelo amor, não se desespere. Você pode avançar por meio do centramento.

Pode chamá-lo de meditação, pode chamá-lo de consciência. Mas em cada caso, o resultado final é o mesmo: você estará centrado e transbordante de amor.


 
Imagem por .. kai

4 de julho de 2012

VIVER OU EXISTIR

Um dia eu pude perceber que existe uma enorme diferença entre ver e olhar, ter e ser, ouvir e escutar, andar e caminhar, desejar e querer. Descobri também que viver e existir são coisas inteiramente distintas. Algumas palavras podem ter o mesmo sentido ou finalidade quando incluídas em uma oração qualquer, parecendo a muitos uma questão de semântica ou de palavras afins. Mas de fato há uma subtil distância entre entender e captar a essência daquilo que nos foi mostrado. 
Os fatores subjectivos, aquilo que está subliminarmente compreendido, precisam ser melhor interpretados por quem não consegue ver o âmago daquilo que foi exposto.
Ninguém menospreze a força do "oculto" que reside nas "entrelinhas", por exemplo.
Portanto, quando alguém fala que viu não significa dizer que viu o que deveria.
Há distâncias infindas aí.
Quando andamos não quer dizer, necessariamente, que caminhamos.
Andamos às vezes sem ter o menor objetivo traçado, sem nenhuma meta a ser atingida.
E ao ouvirmos um som qualquer não implica jamais em afirmarmos que escutamos.
Escuta aquele que sente, aquele que busca ouvir o que não foi dito; o que ficou implícito.
Há muita gente ouvindo por aí sem escutar absolutamente nada.
Esses pequenos exemplos nos remetem à seguinte reflexão:
Viver e Existir são fatores completamente opostos.
Existir é o mesmo que passar pela vida sem tê-la vivido de forma correcta e intensa.
Aquele que apenas existiu esqueceu de se fazer presente no livro da história, digna e plenamente.
Simplesmente passou despercebido.
É lamentável vir ao mundo e ter perdido a oportunidade de ter vivido satisfatoriamente.
Viver é realizar-se plenamente, sempre voltado às acções que engrandeçam o ser humano.
Vive aquele que se sente parte integrante do Universo.
Vive quem faz de tudo para ver a alegria estampada na face do outro.
Viver é sentir prazer em amar a Deus acima de todas as coisas.
Vive quem ama e respeita a natureza e todas as formas de vida.
Vive quem pratica só o bem.
Viver é amar sempre, sempre!
Vive aquele que estende a mão ao amigo que necessita.
E é certo que quando estendemos a mão ao nosso irmão, Deus nos estende a d'Ele de imediato.
Viver e Existir são diferentes em essência. — com Pica Vieira.


Crédito para Valquiria Murari, via facebook.

2 de julho de 2012

NÓS SOMOS VIBRAÇÃO

Como vimos, nós somos vibração. Tudo é vibração, e tudo é impermanente, pois tudo está o tempo todo em movimento. Nossa mente também está movimento, e movimento precisa de harmonia para criar eficiência. Harmonia é ritmo. Assim, afinamos nossa mente como afinamos um instrumento musical, até que ela funcione em harmonia e emita um "som afinado". 

Perguntem a um audiófilo como deve ser a colocação das caixas de som de um home theater. Os graves ficam melhor se estiverem embaixo, sem concorrência sonora, enquanto os médios e agudos são melhor percebidos se atingirem diretamente o ouvido (direcionados pra linha do ouvido, nem mais alto, nem mais baixo). O conjunto final é harmonioso, completo, pois o TODO (que é a sala) vai estar imerso nas mais diversas faixas sonoras, sem que uma elimine a outra (diversas frequências ocupando o mesmo lugar no espaço, que é mesmo princípio pelo qual temos sobreposto ao nosso corpo físico o corpo Etérico e o Astral).

Assim, aquele que sabe controlar a vibração pode transformar as coisas ao seu redor, ou quem sabe até criar. Toda oração é invocação ou chamado. Toda palavra/som, primeiramente influi no corpo de quem o emite, e só depois alcança seu objetivo externo. É por isso que tudo que desejamos (e pela palavra cristalizamos) para o próximo, a nós mesmos estamos desejando. De toda palavra inútil teremos que prestar conta. Nossa palavra é nossa lei.

Os mantras são palavras ou sons especiais, que se criam por meio do ritmo e da nota-chave de cada pessoa. O nosso íntimo (Atman), de acordo com nossos pensamentos e aspirações puras, pode nos dar a verdadeira pronúncia das palavras "sagradas". O poder magnético da palavra humana é conhecido pelos estudiosos do oculto. Por isso, dar nome a uma pessoa é definir sua vibração magnética exterior, é entregar seu destino a uma ou mais potências ocultas (dar nome a um filho, então, é um ato de extrema responsabilidade, pois é como dar um "selo energético" para toda aquela encarnação da pessoa).


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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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“O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.

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Brihadaranyaka Upanishad

Transforme-se em ti mesmo e descubra quem você é.

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DEIXE A TUA LUZ BRILHAR

DEIXE A TUA LUZ BRILHAR
Desperte para a regeneração da alma e do próprio corpo físico, começando por se desintoxicar daquilo que desequilibra a tua saúde física. Depure e purifique teus pensamentos, olhando mais para o Sol da verdade, do que para as nuvens da ignorância. Quem se faz luz não teme a escuridão, nem nevoeiros passageiros. Sabe que tudo que não for essencialmente divino, passa e se transmuta. Sendo assim, transmute-se!