18 de abril de 2011

O SOM DO UNIVERSO


Em física, série harmônica é o conjunto de ondas composto da frequência fundamental e de todos os múltiplos inteiros desta frequência. De forma geral, uma série harmônica é resultado da vibração de algum tipo de oscilador harmônico. Entre estes estão inclusos os pêndulos, corpos rotativos (tais como motores e geradores elétricos) e a maior parte dos corpos produtores de som dos instrumentos musicais. As principais aplicações práticas do estudo das séries harmônicas estão na música e na análise de espectros eletromagnéticos, tais como ondas de rádio e sistemas de corrente alternada. Em Matemática, o termo série harmônica refere-se a uma série infinita. Também podem ser utilizadas outras ferramentas de análise matemática para estudar este fenômeno, tais como as transformadas de Fourier e as série de Fourier.



Desde a antiguidade, muitas civilizações perceberam que um corpo em vibração produz sons em diferentes frequências.



Essa escala, (postada no link acima) que vem sendo atualizada através das mais recentes descobertas científicas, representa o mergulho ascensional da percepção humana em direção ao imperceptível, um desdobrar incessante em oitavas de gradações de energia por onde a vida prossegue, palpitando muito além de nossos cinco canais transdutores — nossos cinco sentidos. A despeito das concepções materialistas, o Ser e o universo se estendem em frequências altíssimas. Partindo desde as vibrações mais baixas do tato (2 a 8 Hz) às freqüências altíssimas dos raios gama e cósmicos, a despeito de todas as concepções niilistas, o Ser e o universo se agigantam e se estendem em magnífico esplendor, sugerindo a essência de sua natureza ultradimensional gloriosa, suprema fonte transcendente mais acessível aos artistas, aos sábios, filósofos e santos. Com nossos sentidos, captamos apenas algumas oitavas do teclado universal. A escala de Flammarion ilustra as vibrações organizadas em oitavas, semelhante ao teclado de um piano. Se tocamos a tecla correspondente à nota Do, e a seguir contamos sete teclas brancas, tocando a oitava tecla, fazemos soar a nota Do uma oitava acima. No caso de escala descendente, uma oitava abaixo.
Imaginando o universo como um gigantesco teclado de piano onde todas as manifestações materiais ou imateriais são produzidas por notas ou grupos de notas ressoando pelo espaço infinito, conseguimos captar apenas, com nossos limitados sentidos, algumas oitavas deste imenso teclado.
Digamos que o universo todo ressoa como uma grande "orquestra" fractal. Em cada "escala" ou "nível" há uma frequencia/vibração/SOM interagindo com outra. O Sol é o nosso "regente", pois a Terra assim como os demais planetas do sistema solar "dançam" conforme a "música" proveniente do Sol. Ou seja, a própria gravidade é o resultado de uma frequência/vibração/som. Não é por acaso que a grande maioria das "deidades" antropomorfizadas na história da humanidade, SEMPRE tiveram uma referencia ao Sol.

[The son of god = o filho de deus. - The sun of god = o Sol de deus]. Essa referência está presente em todas as civilizações antigas e o Sol era "visto" como sendo o próprio "olho de deus". Os Maias o chamavam de "kinich ahau", os egípcios tiveram muitos, sendo o mais conhecido como "Amen-Rá". E os cristãos atualmente não poderiam ser diferente, pois o cristianismo é completamente herdado de religiões mais antigas, mais precisamente da Frateridade Babilônica e seus fundadores, os Levitas (Antigos sacerdotes egípcios). Sendo assim, a referência solar antropomorfizada cristã da atualidade é Jesus, "a LUZ do mundo" e o "filho de deus".


Para os Maias: "o ciclo começa com a manifestação
do "espírito", que sai de HUNAB-KU, seu único "deus", que está em todas as partes, e se densifica na matéria, na terra e na água."

Perceba na imagem ao lado que esse deus era representado com uma espiral.

Essa espiral também aparece na civilização celta,
mas falarei sobre isso depois.


A FLOR DA VIDA
É um símbolo muito antigo, encontrado nos Vedas e também na civilização celta. Os celtas o utilizaram muito como elemento decorativo, presente nos frisos e demais obras de arte.
O círculo simboliza o universo imanente, Símbolos como o que encontra-se no centro são chamados de triquetras, que em latin quer dizer 3 "esquinas". Alguns referem-se a este símbolo como sendo um símbolo de Jesus; o peixe formado por duas linhas curvas também era um símbolo dos cristão. A triquetra é formada por 3 destes "peixes"…
Outro aspecto interessante é que a triquetra é um símbolo unicursal ou seja, traçado continuamente, representado assim a eternidade.
Os Vedas falam de três mundos: o mundo material, o espiritual e o átmico. Na principal oração (mantra) das doutrinas védicas são cantados no início do "Gayatri" significando respectivamente os três mundos ( BHUR BHUVAH SVAHAH ).

A filosofia Celta referencia 3 Níveis distintos, mas interconectados e interpenetrados: o Físico, o Mental e o Espiritual.
Quando o Cristianismo "chegou aos Celtas" este símbolo foi utilizado para simbolizar a Trindade Cristã: Pai, Filho e Espírito Santo.
Repare nas freqüências produzidas no vídeo abaixo e perceba como a forma muda de acordo com o som, mas sempre parecendo uma flor.





A seguir ouça o Sol em oitava.




Aprecie agora o som dessa orquestra galáctica:



Fontes para referências: wikipédia
http://rmorais76.blogspot.com/2011/04/frequencia-do-sol-e-uma-oitava.html

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

Seguidores

Follow by Email

“O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.

O que for o teu desejo, assim será tua vontade.

O que for a tua vontade, assim serão teus atos.

O que forem teus atos, assim será teu destino.”

Brihadaranyaka Upanishad

Transforme-se em ti mesmo e descubra quem você é.

Transforme-se em ti mesmo e descubra quem você é.
Seja LUZ !!!

DEIXE A TUA LUZ BRILHAR

DEIXE A TUA LUZ BRILHAR
Desperte para a regeneração da alma e do próprio corpo físico, começando por se desintoxicar daquilo que desequilibra a tua saúde física. Depure e purifique teus pensamentos, olhando mais para o Sol da verdade, do que para as nuvens da ignorância. Quem se faz luz não teme a escuridão, nem nevoeiros passageiros. Sabe que tudo que não for essencialmente divino, passa e se transmuta. Sendo assim, transmute-se!