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5 de fevereiro de 2016

UNIVERSOS PARALELOS E O FENÔMENO DÉJA VU - UMA CONEXÃO MISTERIOSA

É possível que universos paralelos e o fenômeno Déjà Vu estejam misteriosamente ligados?

A maioria de nós ter tido, pelo menos uma vez em nossa vida uma experiência de ‘déjà vu’, aquela sensação misteriosa onde o tempo parece passar em câmera lenta, onde você percebe a informação de tal forma como se você já tivesse experimentado a situação atual em algum momento no passado distante.

Variando de distúrbios paranormais e distúrbios neurológicos, os pesquisadores têm tentado explicar o fenômeno misterioso ao longo de décadas, mas ninguém foi capaz de entender completamente como podemos viver o fenômeno ‘déjà vu’ tão estupidamente.

‘Déjà vu’, o que origina das línguas francesa e significa “já visto” é uma ocorrência bastante comum que sabemos muito pouco. Quando você vir a experimentar um momento ‘déjà vu’ você sente misteriosamente ultrapassado por uma força misteriosa que inconscientemente lhe diz ‘isso já aconteceu antes’.

O fenômeno ‘déjà vu’ é relatado que ocorre de forma ocasional em 60-80% das pessoas em todo o mundo. É uma experiência quase sempre transitória e ocorre aleatoriamente.

Muitos pesquisadores propõem que o fenômeno é uma experiência baseada na memória e assumem que os centros de memória do cérebro são responsáveis pelo fenômeno ‘déjà vu’. No entanto, há aqueles que associam o fenômeno ‘déjà vu’ com profecias, experiências de vidas passadas ou memórias, clarividência, ou uma placa de sinalização mística que poderia indicar um sentido de realização de uma condição ‘pré-determinado’ na vida.

Uma experiência Déjà vu ocorre rapidamente, sem aviso prévio e não tem nenhuma manifestação física para além do anúncio: “Eu apenas tive um déjà vu”.

Mas se todos os itens acima não podem explicar esse sentimento misterioso que quase todos experiencia uma vez na vida, então o que pode?

Há alguns que têm ligado o fenômeno ‘déjà vu’ com a existência de universos paralelos.
Universos paralelos? Mas …  eles existem?

Bem, na verdade, os cientistas podem ter descoberto um outro universo sentado ao lado de nossa própria. De acordo com os astrônomos, luz manchado no espaço exterior poderia ter “derramado através de” de outro universo muito próximo ao nosso. As manchas brilhantes poderia ser, de fato, sobras de outro universo que começou nas imediações do nosso próprio de acordo com o estudo científico. Os cientistas acreditam que eles realmente podem dar uma espiada em um caso o referido universo começou perto o suficiente para o nosso universo, assim que os dois foram capazes de “toque” que então deixar uma assinatura visível em nosso universo. A fim de encontrar essas assinaturas, os cientistas compararam um mapa da radiação cósmica de fundo (que são, basicamente, sobras de início do universo) com uma imagem de todo o céu feita pelo telescópio Planck da Agência Espacial Europeia. O que eles descobriram depois que os pesquisadores esquerda hipnotizado. Depois de terem subtraído um do outro, eles viram uma estranha mancha de luz no céu, uma mancha de luz que poderia ser explicado como sendo os restos de colisões com outros universos.
Mas pode um universo paralelo explicar uma experiência de ‘déjà vu’?



De acordo com Dr. Michio Kaku, um futurólogo americano, físico teórico e divulgador da ciência, universos paralelos podem explicar o fenômeno misterioso e afirma que a física quântica realmente fornecr os detalhes necessários que sugerem que déjà vu pode ser provocado por sua capacidade de “virar entre diferentes universos “.

A idéia de que existem outros universos (teoria do multiverso) tem sido apoiado por vários cientistas, entre eles o professor Steve Weinberg, um físico teórico e ganhador do Prêmio Nobel. De acordo com o Professor Weinberg, é possível que na mesma sala um número infinito de realidades paralelas coexistem com a gente.

“O Prêmio Nobel Steven Weinberg compara essa teoria universo múltiplo de rádio. Tudo ao seu redor, existem centenas de diferentes ondas de rádio a ser transmitida a partir de estações distantes. Em um determinado instante, o seu fi ce de carro ou de estar ou sala está cheia dessas ondas de rádio. No entanto, se você ligar um rádio, você pode ouvir apenas uma freqüência de cada vez; estes têm frequências decohered e já não estão em fase uns com os outros. Cada estação tem uma energia diferente, uma frequência diferente. Como resultado, o rádio só pode ser ligado a uma transmissão de cada vez. Da mesma forma, em nosso universo, estamos “sintonizado” para a freqüência que corresponde à realidade física. Mas há um número infinito de realidades paralelas convivendo com a gente na mesma sala, embora não possamos “sintonizar”-los. Embora estes mundos são muito parecidos, cada um tem uma energia diferente. E porque cada mundo é composto de trilhões de trilhões de átomos, isto significa que a diferença de energia pode ser bastante grande. Uma vez que a frequência destas ondas é proporcional à sua energia (por lei de Planck), isto significa que as ondas de cada mundo vibram a frequências diferentes e não pode interagir mais. Para todos os efeitos, as ondas desses vários mundos não interagem ou influenciam uns aos outros. “- Michi kaku, Parallel Words: A Journey Through, Dimensões Superiores, e o Futuro do Cosmos.

Tudo isso significa que é bem possível que, no exato momento em que você experimentou um “déjà vu”, você está de fato ‘vibrando em uníssono “com outro, universo paralelo no cosm
os.

Referência

28 de março de 2022

REAIS MULTIVERSOS



Multiverso é um termo usado para descrever o conjunto hipotético de universos possíveis, incluindo o universo em que vivemos. Juntos, esses universos compreendem tudo o que existe: a totalidade do espaço, do tempo, da matéria, da energia e das leis e constantes físicas que os descrevem. É geralmente usado em enredos de ficção científica, mas também é uma extrapolação possível de algumas teorias científicas para descrever um grupo de universos que estão relacionados, os denominados universos paralelos. A ideia de que o universo que se pode observar é só uma parte da realidade física deu luz à definição do conceito "multiverso".

Conceito

O conceito de Multiverso tem suas raízes em extrapolações, até o momento ainda não científicas, da moderna Cosmologia e na Teoria Quântica, e engloba também várias ideias oriundas da Teoria da Relatividade de modo a configurar um cenário em que pode ser possível a existência de inúmeros Universos onde, em escala global, todas as probabilidades e combinações ocorrem em algum dos universos. Simplesmente por haver espaço suficiente para acoplar outros universos numa estrutura dimensional maior: o chamado Multiverso.

Os universos seriam, em uma analogia, semelhantes a bolhas de sabão flutuando num espaço maior capaz de abrigá-las. Alguns seriam até mesmo interconectados entre si por buracos negros ou de buracos de minhoca.

Em termos de interpretações da Mecânica Quântica, que, ao contrário da Mecânica Quântica em si, não são cientificamente estabelecidas, a Interpretação de Vários Mundos fornece uma visão que implica um multiverso. Nessa visão, toda vez que uma decisão quântica tem de ser tomada - em termos técnicos, toda vez que há uma redução da função de onda de um estado emaranhado - dois ou mais universos independentes e isolados surgem, um para cada opção quântica possível. Vivemos no universo no qual as decisões quânticas adequadas levam à nossa existência.

Devido ao fato da conjectura de multiverso ser essencialmente ideológica, não havendo, atualmente, qualquer tipo de prova tecnicamente real, a "teoria dos universos paralelos" ou "multiverso" é em essência uma teoria não científica. Nesse ponto, aliada à completa ausência de evidência científica, há ainda a questão concernente à compatibilidade com as teorias científicas já estabelecidas e os rumos diretamente apontados por essas. No conceito de multiverso, imagina-se um esquema em que todas os universos agregavam-se mutuamente por uma infinita vastidão. Tal conceito de Multiverso implica numa contradição em relação à atual busca pela Teoria do Campo Unificado ou pela Teoria do Tudo, uma vez que em cada Universo pode-se imaginar que haja diferentes Leis Físicas.

Ressalta-se, contudo, que a Teoria do Campo Unificado e a Teoria do Tudo são, assim como a Teoria das Cordas e outras similares (em vista dos rigores do Método Científico), pelo menos até o momento, ainda  teorias não científicas. A exemplo, a Teoria M prevê que nosso universo possua em verdade 11 dimensões. Factualmente, vivemos em um universo quadridimensional, descrito por três dimensões espaciais e uma temporal interligadas entre si no que se denomina malha espaço-tempo.


15 de maio de 2014

O QUE HAVIA ANTES DO BIG-BANG?

A explosão que deu origem ao Universo aconteceu bem aí, no lugar onde você está agora. Não é brincadeira, mas um fato científico: no momento do Big Bang todos os lugares estavam no mesmo lugar, ocupando um espaço bem menor que o pingo deste i. Fora desse minipingo não havia nada. E ainda não há. O Universo continua sendo só a parte interna do Big Bang. Não há nada lá fora. Nem tempo: passado, presente e futuro só existem aqui dentro. Difícil de imaginar, mas é a verdade: o dia do seu nascimento, do seu casamento e do seu funeral já estavam de alguma forma impressos naquele pingo de i. E continuam, em algum lugar do tecido cósmico. Fora dele é o "antes do Big Bang" - um limbo fora do alcance da ciência, ou da imaginação. Até por isso a maior parte dos cientistas acha perda de tempo pensar nesse limbo. Mas não faltam pesquisadores com ótimas teorias sobre o que existe lá fora, sobre o que teria acontecido antes de o próprio tempo existir. E essas ideias vêm com um bônus: uma revolução filosófica, capaz de mudar tudo o que você pensava sobre a existência. Seja lá o que for que você pensava.

1. Um outro Universo
No início, tudo estava tão espremido, mas tão espremido, que não tinha tamanho nenhum. O embrião do Universo tinha dimensão zero. É o que chamam de "singularidade". E além da singularidade a ciência não consegue enxergar. O momento em que esse ponto começou a se expandir ficou conhecido como Big Bang. Na verdade, não teve "Bang", porque a expansão não fez barulho - não existe som no vácuo e, pior, essa explosão que foi sem nunca ter sido não aconteceu nem no vácuo, mas em lugar nenhum. Nós estamos dentro dela agora. Desde lá o Universo se propaga como se fosse uma bexiga enchendo num ambiente além da imaginação. Um "lugar" aonde não dá para você ir, porque não existe espaço para o acolher. Você não "cabe" ali. O tempo também não existe lá. Seu relógio ficaria congelado. É o nada total. Absoluto. Rua do Bobos, número zero.

Seja o fim do tempo, seja a singularidade, que comprime toda a existência num espaço de dimensão zero, tudo parece uma abstração sem sentido. Mas não. Para começar, as singularidades existem hoje mesmo. E são mais comuns do que parecem. Há um monte delas acima de nós agora mesmo. Dez milhões só na nossa galáxia. É que você as conhece por outro nome: buracos negros. Esses ralos cósmicos que sugam tudo o que aparece em seu caminho são basicamente pontos onde a força gravitacional é infinita. Para entender melhor um buraco negro, o melhor jeito é aprender a receita para construir um. Primeira parte: pegue 1 milhão de planetas Terra e funda todos eles até formar uma bolona, com massa equivalente à de 3 Sóis. Quanto maior a massa de alguma coisa, maior a gravidade. No caso da nossa bola, ela teria uma força gravitacional tão poderosa que nada teria como ficar em sua superfície sem começar a ser tragado para dentro do solo. Até a própria superfície começaria a ser engolida. Isso realmente acontece com as estrelas gigantes, bem maiores que o Sol, quando elas morrem. Nesse processo digestivo, a bola vai diminuindo de tamanho e fica cada vez mais densa. A força gravitacional também se concentra, puxando mais matéria ainda para o centro da bola. Uma hora a gravidade vai ter sugado tudo. Mas não vai deixar de existir. Será um ponto de dimensão zero. Uma singularidade. Além daí, a ciência não consegue enxergar. Não dá para saber o que acontece "do outro lado" de um buraco negro.

Aliás, perguntar isso é tão absurdo quanto questionar o que havia antes do Big Bang. Por causa do seguinte: grosso modo, quanto maior é a gravidade, menor é a velocidade com que o tempo passa para você. Se pudesse ficar ao lado de um buraco negro sem ser estraçalhado, um segundo ali equivaleria a zilhões de anos para quem ficou na Terra. Caso você entrasse em um e pudesse sair, veria que, lá fora, o Universo já teria acabado, mesmo que tivesse durado para sempre. Um buraco negro é o fim do tempo. Olhe para o céu e fite o centro da galáxia, onde vive mesmo um buraco negro gigante. Você estará vendo um ponto onde o tempo não existe mais.

A semelhança entre o interior de um buraco negro e o Big Bang é tão violenta que qualquer criança se sentiria tentada a dizer que, no fundo, eles são a mesma coisa. Alguns físicos também. É o caso de Lee Smolin, do Perimeter Institute, no Canadá. Diante de tantas coincidências, ele propôs o seguinte no final dos anos 90: que a singularidade de onde viemos era nada menos que a singularidade de um buraco negro de outro Universo. O Big Bang foi o começo do tempo e do espaço, certo? No interior de um buraco negro o tempo e o espaço acabam. A ideia de Smolin, então, é que estamos do outro lado de um buraco que existe em outro Universo. Sendo assim, nosso Cosmos tem um pai, um avô... E filhos, nascidos de seus próprios buracos negros. Segundo Smolin, os universos-filho herdam as características cosmológicas dos universos-pai, mas com pequenas variações. Ele não tirou isso da imaginação, mas da Teoria da Evolução. Darwin mostrou que seres vivos nascem com mutações que podem melhorar ou piorar suas chances de deixar descendentes. Essas variações podem fazer surgir mais buracos negros ou menos dentro do universo-filho. Nisso, os Universos mais aptos - ou seja, os que criam mais buracos negros - se reproduzem mais. E compõem a maior parte da população de Universos. Se Smolin estiver certo, quem olhasse esse conjunto de Universos do lado de fora veria uma grande árvore da vida, como as que decoram esta página. Uma boa teoria para o que havia antes do Big Bang. Mas ela não responde o que teria dado origem ao suposto "primeiro universo". Para isso, temos que ir mais longe. Ao item 2.

2. Choque de titãs

Com vocês, a Teoria das Supercordas. Resumindo bem, ela diz o seguinte: todas as partículas fundamentais (as indivisíveis, que compõe o átomo) são cordinhas vibrantes. Se vibram em um certo "tom", dão origem a um tipo de partícula - um elétron, por exemplo. Em outro tom, geram um quark... E por aí vai. Até compor o punhado de partículas que forma todo tipo de matéria e energia que há por aí. Para que isso aconteça, segundo a teoria, as cordas precisam vibrar em mais dimensões do que as 3 de espaço que conhecemos, caso contrário não atingem os tons que eles imaginam. E esse é o ponto: a teoria das cordas abre as portas para dimensões extras. No finalzinho do século 20, cientistas partidários da teoria propuseram um novo modelo para o Big Bang com base nessa ideia de outras dimensões. Funciona assim: antes da grande explosão, o que havia eram espaços tridimensionais vagando sem nada dentro numa 4ª dimensão. Imagine os dados aí em cima como se eles fossem esses espaços - ou "membranas 3D", como chamam os físicos. Eles vivem uns ao lado dos outros, no condomínio tranquilo da 4ª dimensão. Ninguém interfere na vida de ninguém, já que todos têm seu espaço tridimensional próprio. (cada um no seu cubo, hehe). Mas, de tempos em tempos, acontece um evento de dimensões cósmicas: esses espaços se trombam. A batida enche de energia o ponto da colisão. E ele explode em todas as direções dentro de uma das membranas 3D. Seria basicamente o que conhecemos como Big Bang.

Mas nesse caso ele não teria vindo do nada. Seria o filhote de um choque de titãs cósmicos. Isso torna a origem de tudo um evento tão banal quanto um tropeção, possível de acontecer a qualquer momento. O problema: comprovar a existência das dimensões extras é hoje tão impossível quanto saber o que acontece dentro de um buraco negro. Como diz o físico Paul Davies: "Talvez os teóricos das cordas tenham tropeçado no santo graal da ciência. Mas talvez eles estejam todos perdidos para sempre na Terra do Nunca". Hora de ir para uma terra ainda mais misteriosa.

3. País das maravilhas

Há chances de um evento bizarro acontecer neste momento: a SUPER atravessar o seu crânio. Isso é uma afirmação séria, da teoria científica mais comprovada - e mais difícil de entender - de todos os tempos: a física quântica. Apesar de ostentar o título de teoria mais esquisita e anti-intuitiva já concebida pela ciência, a física quântica ganha em exatidão de qualquer outra. Se o objetivo é descrever o comportamento de zilhares de partículas subatômicas fervilhando freneticamente a uma temperatura 10 trilhões de trilhões de vezes superior à do Sol, é quase impossível não usá-la. Ela funciona como uma espécie de superzoom em espaços menores que o núcleo de um átomo. Mas, às vezes, tem um efeito tão devastador quanto uma câmera de alta definição em um rosto cheio de rugas: revela todos os detalhes "deselegantes" que se escondem no interior da matéria. No mundo quântico, partículas surgem do nada e desaparecem. Esse micromundo é oscilante, assimétrico, caótico, descontínuo, imprevisível. Uma terra sem lei. Ou melhor, uma terra com uma única lei: a da probabilidade. Por isso, existe uma probabilidade não apenas de a SUPER atravessar sua cabeça mas de qualquer coisa acontecer. Um elefante aparecer na sua cozinha, por exemplo. Elefantes só não se materializam em cozinhas porque os efeitos quânticos acabam diluídos no mundo macroscópico. Muitas partículas teriam que surgir do nada, e em sincronia, para formar um elefante! É algo tão improvável que não merece consideração.

Mas imagine o seguinte: o Universo inteiro é um megacassino onde cada partícula subatômica é uma roleta girando. Para ganhar algo no cassino, é preciso que, em um pedacinho do Cosmos, todas as roletas - e haja roleta: há 1 seguido de 100 zeros partículas no Universo! - tirem o mesmo número. Completamente impossível, não? A resposta seria sim, não fosse um detalhe importante: estamos tratando de escalas de tempo bem maiores que os 13,7 bilhões de anos do nosso Universo. Segundo os teóricos da física quântica, dependendo do tempo que se passa jogando, é possível que o resultado das roletas da flutuação quântica gere algo surreal: uma bolha de matéria e espaço que se expande rapidamente até se desprender do tecido original. Ou seja, acontece um Big Bang. Se as roletas quânticas derem sorte no novo Universo, nasce outro dentro dele. E assim, basicamente ao acaso, vão pipocando Universos, cada um confinado às próprias dimensões de tempo e espaço. Tudo isso soa esquizofrênico, é fato. Como assim partículas que somem, reaparecem e oscilam sem parar? O que causa isso nelas? Com a palavra, o físico David Deutsche: "Infinitos universos paralelos". Segundo ele, a interação com partículas de outros Universos na escala subatômica é a única explicação plausível para a espécie de chilique eterno que assola o mundo quântico. O que havia antes do chilique? Deutsche não arrisca uma resposta. O que ele e outros físicos fazem é buscar sentido para a ideia dos Universos paralelos. E chegaram a uma hipótese insana: a de que vivemos neles. Assim: neste Universo você continuará lendo este texto daqui a um minuto. Num Universo paralelo, você achará melhor ir tomar um café. Aí, no momento que você decide se vai se levantar ou continuar lendo, sua consciência vai para o Universo que contém a realidade escolhida. Uau. Bom, só esperamos que, em algum lugar, exista um Universo com a resposta definitiva para o que havia antes do Big Bang. Mas cuidado: ela pode ser aterradora também. Como a do item 4.

4. Uma máquina
O Universo tem prazo de validade. Em alguns trilhões de anos, todas as estrelas vão ter se apagado. E tudo será um breu. Isso coloca uma questão: o que nossos descendentes vão fazer para escapar desse fim? A única resposta: construir um novo Universo, artificial. Uma simulação estilo Matrix, em outro tempo e outro espaço. Mas espera aí: e se já estivermos num Universo artificial agora? É que de duas uma: ou somos a primeira civilização inteligente e vamos construir nosso simulador de Universo um dia ou já estamos em um, feito em algum Cosmos que precedeu o nosso. "A probabilidade de estarmos vivendo dentro de uma simulação é próxima de 100%", diz o filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford. Mas fica o conselho dele: "Qualquer um que mude a vida por causa disso se tornará um maluco solitário". Tão maluco e solitário quanto este sujeito, o nosso Universo.

Para saber mais

Mundos Paralelos
Mitchio Kaku, editora Rocco, 2009.

O Tecido do Cosmos
Brian Greene, editora Companhia das Letras, 2007.

20 de dezembro de 2012

UNIVERSOS PARALELOS, UMA DIVISÃO ENTRE DOIS MUNDOS

Há muita dificuldade entre nós em entender certos conceitos, significados das palavras, por isso nos desentendemos facilmente. E brilhantemente uma amiga expõe essa ideia clara como água pura e cristalina em seu último texto.

Palavra é um símbolo gráfico. Foi nos dada a palavra para suprirmos a telepatia. Como não nos ensinaram a nos comunicar por telepatia, fizemos mais uso da palavra e ensinamos isso a cada geração, independente da nossa localização geográfica.

Você sabia que quando usamos a fala acionamos o H. esquerdo do cérebro? Essa é a região responsável pelo uso de símbolos. 

Os ideogramas são entendidos tanto pelos Japoneses quanto pelos Chineses, apesar deles não se entenderem quanto a pronuncia e o som. O que isso lhe diz?

Um não entende o outro, mas usam os mesmos símbolos? O mais interessante ainda é que ao le-los, ambas as áreas correspondentes dos Hemisférios cerebrais – o esquerdo e o direito - são acionados. 


Mas e daí? Daí que estamos presos a conceito, significados, sentimentos internos que damos a cada “símbolo”!

O professor de física teórica na Universidade de Nova York - Michio Kaku,  escreveu um livro chamado "Mundos paralelos”

Ele nos dá uma percepção nova quanto ao entendimento de certas palavras e a diferença entre um mundo e umplaneta que precisa ser exclarecido.

Um mundo é a soma total de todas as situações espirituais em um planeta, que determina como será a vida. A energia predominante que exercerá movimento, ação e tipo de matéria.

Um planeta é a base física para esses diversos mundos. A “caixinha de Pandora”. O plano material, onde as diversas vidas são vividas em seus respectivos planos. Um planeta pode ter vários mundos em anexo trabalhando no mesmo espaço físico.

Já sabemos que a energia eletromagnética permeia tudo: desde a localização de corpos cósmicos - órbitas - a regulação das funções importantes do nosso corpo. Somos pura energia. Certo?

Os “Mundos” anexados a um planeta específico são chamados demundos paralelos. 

Cada mundo tem sua própria evolução biológica e geológica, organizada e moldada de acordo com sua respectiva situação espiritual.

Entenda que uma “mudança de mundos” significa que um mundo desmaterializa e outra se materializa na superfície de um planeta. 


Os Maias nos avisaram que estaríamos entrando no 5º Sol. Daríamos início a um novo ciclo – mas de um “mundo novo”. Daí a idéia errada de que o “planeta” vai acabar...

Essa mudança ocorre quando o campo eletromagnético de um planeta vive uma grande mudança devido a um impacto que interrompe esse campo eletromagnético. 

Estamos carecas de saber que sem freqüência de energia, vibração, não há matéria.

A órbita de um planeta é determinada pela sua carga eletromagnética. Havendo uma interferência que quebre essa dinâmica eletromagnética, há então o colapso entre esses mundos paralelos. Eles se misturam. A parede invisível que os separavadesmonta.

Quando esta carga muda o planeta dá um salto de órbita e uma mudança de mundos ocorre. Há então aqui o que chamamos de um salto quântico! O que é perfeitamente explicado pela teoria das cordas na Física quântica.

Assim que o planeta se restabelece imediatamente dessa interrupção e volta a sua configuração, não há “um tempo”. Acredito que seja o momento em que a expressão usada pelos Maias de “tempo do não tempo” faz sentido.

Quando ocorrer esse restabelecimento da rotação após 3 dias (relatos de textos antigos dão essa certeza) é atribuída ao planeta uma nova órbita ou uma nova freqüência vibratória.

Esse momento é perfeitamente igual ao movimento dos elétrons quando saltam órbitas ao receber ou emitem fótons. “Assim na terra como no céu”, lembra? Tanto no Macrocosmo, quanto no Microcosmo.

Acredita-se que cada órbita
corresponde a um mundo diferente.

O melhor exemplo de uma mudança de mundos está nos estudos sobre a “extinção” ou desaparecimento dos dinossauros cerca de 67 milhões de anos atrás. Há teorias que um corpo estranho vindo da galáxia abalou a geografia e atmosfera do planeta Terra, o que poderia justificar o “sumiço” de todos os Dinossauros.

Cientistas estão confusos e não se entendem quanto ao tempo regular que isso se deu, pois pelas evidencias de fósseis encontrados todos esses anos de inúmeras espécies jurássicas, mostraram que esses seres já estavam mortos quando o abalo no planeta se deu!

Fica a pergunta. Se eles foram mortos pelas dificuldades da existência no ambiente, então onde estão seus restos? O que se tem são fosseis de animais mortos ANTES do cataclismo. Onde estão os restos dos que morreram pós evento?

A alegação de que o planeta virou uma tocha gigante queimando esses fósseis de dinossauros deixando-os em cinzas não colou para a grande maioria dos pesquisadores. Outra teoria que também foi refutada diz que a acidez do planeta se tornou tão alta que todos os fósseis de dinossauros haviam sido dissolvidos.

Para onde foram todos!?

Não é estranho pensar onde estão os restos mortais dos povos da Lemuria de Atlântida, dos Maias e outros? Onde estão esses seres? Foram abduzidos? Não há restos desses indivíduos a não ser os que faleceram ANTES dos eventos catastróficos que marcaram significadamente as mudanças de eras a cada 11 mil anos.

Cerca de 26 mil anos atrás os Neandertais desapareceram do registro fóssil. Não há indicações que expliquem onde estão seus restos – os  Neandertais simplesmente desapareceram de repente, nem fósseis com idade inferior a 26 mil anos foram encontrados.

Se um movimento muito forte fez parar o campo magnético do Planeta Terra, poderemos entender que a órbita foi mudada, ou seja, o campo magnético mudou causando a desmaterialização do mundo dos dinossauros e outros... Bizarro isso, não?

Hoje já sabemos que a cada 26.000 anos, este planeta se alinha com o sol e o centro da nossa galáxia Via Láctea e o antigo calendário Maia prevê que este evento trará o fim do 5º mundo. Isso faz algum sentido para você?

Agora vem o pensamento que lhe dará o “click” para muitas mensagens que estamos recebendo nos últimos dias e que de agora em diante você terá responsabilidade sobre o que pensar a respeito. Preste atenção aos símbolos.

Quando um planeta recebe energia através de um impacto podendo advir de um golpe cósmico ou na liberação de energia de uma grande erupçãovulcânica no campo eletromagnético... ele se rompe e desmaterializa o planeta em sua localização atual. 

Isso faz com que o mundo atual desapareça em um reino de pura energia apenas como um programa salvo em um disco de um computador. 

Esse novo mundo poderá ser um mundo anteriormente presente no planeta, ou... um mundo que não tenha experimentado uma evoluçãoainda e, portanto, começa a partir do início. 

Esse processo é aleatório e dependerá da quantidade de energia eletromagnética que um planeta tem quando chegar a sua nova localização.


O universo é essencialmente uma estrutura espiritual

Portanto, uma mudança de mundos, ou um salto quântico de energia, pode ser programado para trazer um resultado específico. A ferramenta para isso é a consciência de massa e contagem de números. 

E números é um trabalho desenvolvido pelo amigo Rodrigo Morais. Tô fora! Sou limitada para isso. Aprenda com ele, pois tem muitas explicações que irão nos ajudar nessa jornada. Ravena e eu podemos ajudar na conscientização e interpretação dos símbolos.

Essa nova programação prevalecerá o conceito de um novo mundo onde o conceito de PAZ e AMOR seja compreendido por um maior número de pessoas que acreditam e buscam esses pensamentos para um mundo novinho em folha.

Mas há outra possibilidade, caso as mudanças 
fujam das palavras proféticas dos antigos textos...

Se alguém produzir uma grande explosão suficiente o bastante para fazer com que o campo eletromagnético de um planeta quebre, então o novo mundo a seguir será de sua propriedade...

Essa explosão pode ser alcançada com a deflagração de um grande vulcão. Uma explosão correspondente a bombas nucleares em grande número ou até mesmo a má utilização do LHC pode fazê-lo.

Tendo em conta os eventos anteriores, é evidente que as principais armas nessa guerra pela posse do planeta são a utilização da religião e a política para detonar a tal bomba nuclear.

A mensagem que quero deixar é que tenham compreensão sobre o que estamos para enfrentar. Não temos que fugir do planeta ou nos esconder em buracos ou nos desesperarmos. Apenas entenda que esse Planeta é nossa casa onde estão nossas energias anteriores, toda nossa informação de quem somos nós.

Estamos aprisionados é fato, mas com os dias contados. As portas serão abertas e você terá que saber o que fazer, e entrar em pânico ou chamar Jesus não vai ajudar muito nessa hora...

As revelações sobre os OVNIS e ETs fazem parte dos planos, da Agenda dos negativos, pois sabem que a Terra está vibrando de maneira diferente e as paredes dimensionais podem cair a qualquer momento e eles serão visíveis. Todos serão visíveis!  Eles temem que isso derrube seus planos antes da fuga em massa.

Você verá todos que faleceram, todos que não estão mais nessa dimensão, nesse mundo que é paralelo ao deles. Por isso será muito importante você se manter firme no seu conhecimento, na sua informação para quando esse momento chegar, pois haverá outros mundos a conhecer e você precisará caminhar em frente mesmo que eles lhe peçam para ficar...

Cada um tem um grau de aprendizado, de evolução e isso nos separa, mas não de forma física – jamais, isso não existirá – apenas no que tange a continuação de sua missão.

Veja que se você resolver abandonar seu planeta em uma nave espacial estará fadado a voltar ao mesmo mundo, mesquinho, desigual e de sacrifícios em troca de sua energia.

Para que você entenda melhor, será como você resolver sair de casa aos 15 anos e viajar pelo mundo por anos e querer voltar para a velha casa de seus pais imaginando encontrar todos da mesma maneira... Você sabe que não é assim que as coisas funcionam. Sua percepção da vida mudou, seu mundo mudou e por mais que você ame seus pais, nada será como antes após sua saída.

É sobre isso que quero que você perceba, sinta. Temos que mudar. O universo muda – nada fica intocável. Tudo vibra e se modifica e vamos nos transformar em seres melhores, mais saudáveis, mais verdadeiras, mas habilidosas com nossas energias.

Temer o que? Se você só vê desgraça ao invés de informação, é necessário se empenhar mais nos estudos. Sua visão está limitada por uma crença de inexistência e de baixa estima. Agradeça por estar aqui nesse momento. Agradeça por querer o que ainda irá saber. Cada segundo nessa dimensão é importante para que você aprenda mais e mais e mais sobre você, seu planeta e os mundos paralelos...


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“O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.

O que for o teu desejo, assim será tua vontade.

O que for a tua vontade, assim serão teus atos.

O que forem teus atos, assim será teu destino.”

Brihadaranyaka Upanishad

Transforme-se em ti mesmo e descubra quem você é.

Transforme-se em ti mesmo e descubra quem você é.
Seja LUZ !!!

DEIXE A TUA LUZ BRILHAR

DEIXE A TUA LUZ BRILHAR
Desperte para a regeneração da alma e do próprio corpo físico, começando por se desintoxicar daquilo que desequilibra a tua saúde física. Depure e purifique teus pensamentos, olhando mais para o Sol da verdade, do que para as nuvens da ignorância. Quem se faz luz não teme a escuridão, nem nevoeiros passageiros. Sabe que tudo que não for essencialmente divino, passa e se transmuta. Sendo assim, transmute-se!