4 de abril de 2017

SEMELHANÇAS ENTRE EGÍPCIOS E INCAS


Um fato curioso sobre a evolução da humanidade: mesmo com o oceano Atlântico separando incas e egípcios, ambos possuíam uma incrível semelhança na arte antiga, arquitetura, simbolismo e na religião.

Estudiosos da era vitoriana acreditam que as duas culturas herdaram a mesma sabedoria da fonte – Atlântida – agora perdidas na história. Para eles, essa hipótese faz todo o sentido quando os dois paralelos são comparados. Lembrando que se tratam de histórias pertencentes a era antes de Cristo.

Esse estudo é obra do jornalista e escritor Richard Cassaro, que se dedica a pesquisar e escrever sobre tradições antigas.




PIRÂMIDES




Tanto os egípcios quanto os incas construíram pirâmides de pedra e com o norte dos pontos cardeais. Em ambos os casos foram encontradas pessoas enterradas dentro.


MÚMIAS




Mumificar os mortos simbolizava a vida pós morte. As múmias eram enterradas dentro das pirâmides, muitas vezes com alimentos e pertences pessoais, pois acreditavam que na outra vida esses objetos seriam necessários. Muitos deles eram enterrados também com dinheiro e há indícios de que os faraós ordenavam a morte dos seus guardas para que eles o protegessem enquanto estivesse na outra vida.


MÁSCARA DE OURO



Quando eram colocadas máscaras de ouro em cima dos mortos, simbolizava a sua entrada para a eternidade (algo eterno e espiritual), ao contrário da Terra, que é temporária e física. Também transmitiam em um sentido alquímico a ideia de que, enquanto estavam vivas, as almas eternas assumiram a liderança em forma humana o transformando em ouro.


COLARES




Os mortos eram adornados com colares de ouro, cujas extremidades formavam cabeças de animais voltadas para fora, simbolizando nossos poderes humano/animal em equilíbrio e em estado de paz na eternidade.


CONSTRUÇÕES DE PEDRA COM ALINHAMENTO PRECISO




Ambos os povos possuíram similares detalhes na alvenaria.


PORTAS TRAPEZOIDAIS



Essas portas significavam o avanço espiritual. O trapézio é semelhante a um triângulo, o que denota a ascensão e a transcendência espiritual. A porta trapezoidal foi usada em muitas culturas antigas. Ela basicamente relaciona-se com uma espécie de estado futurista da humanidade, que ocorreu em um passado distante. O portal é um símbolo de sabedoria, uma vez possuído por nossos ancestrais.



Serpentes simétricas e iguais eram desenhadas em cima das portas de entrada dos templos. Isso significava equilibrar energias opostas, o que era ensinado dentro desses locais.


CRÂNIOS ALONGADOS


Em ambas as culturas os crânios dos filhos eram alongados, afim de aguçar os sentidos e melhorar a percepção espiritual


OBELISCOS (COM HIERÓGLIFOS)



Os obeliscos eram sagradas construções que demonstravam um profundo poder masculino, fertilidade, nascimento, longevidade e força.


TEMPLOS A PROVA DE TERREMOTOS




Foram construídos templos capazes de resistirem a terremotos, usando o mesmo design com inclinação para dentro.


RELIGIÃO SOLAR



O simbolismo solar era utilizado como parte definitiva na religião dos dois povos. No Egito, a divindade solar era Ra, no Peru era Inti. Em ambas as culturas, o ser humano era a divindade solar, o sol era um símbolo da alma. Eles acreditavam que eram encarnados do sol, mas que não se lembravam disso devido a uma amnésia do verdadeiro eu espiritual.


SIMBOLISMO SOLAR PARALELO



Divindades animais eram usadas em poses simétricas, formando uma central solar. Assim como o sol atinge um equilíbrio perfeito entre o inverno e verão, eles acreditavam que isso era vital para equilibrar os sóis internos (o sol simboliza a alma eterna) e manter a harmonia entre o positivo e negativo, instintos e com a natureza.


SIMBOLO DA CRUZ (CHARKANA-INCA / ANKH-EGÍPCIO)



Significa a ascensão gradual do ser humano, ou seja, do mais baixo para o mais alto. Um exemplo melhor é: Roma não foi construída em um dia, assim como encontrar o “Cristo interior” não leva apenas um dia. Ascensão requer tempo e esforço.


TEMPLOS DE TRÊS PORTAS QUE PODEM SER VISTOS EM VÁRIAS PARTES DO PLANETA ( INDICAM A MESMA RELIGIÃO)






Esse projeto de três portas é um fenômeno arquitetônico mundial nos templos, que simboliza uma religião universal praticada nos tempos antigos.

Essa religião se baseia no mesmo princípio “equilíbrio dos lados opostos”. As idênticas portas exteriores (direita e esquerda) são para simbolizar os opostos da nossa vida temporária e a central é a eternidade. Essa arquitetura foi, posteriormente, herdada pelos maçons.

Essas são apenas civilizações que mesmo distantes por um vasto oceano eram bem semelhantes entre si.  E 'ninguém' quer contar essa parte da história nas escolas...  



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Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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